Chuva de granizo fere e mata aves marinhas em Florianópolis

Oito trinta-réis-bando ((Thalasseus acuflavidus) foram atingidos e apenas um sobreviveu; maioria das aves tinha fraturas expostas nas asas

Um grupo de oito trinta-réis-bando (Thalasseus acuflavidus) foi atingido por uma chuva de granizo, no final da tarde de domingo, na Praia do Sambaqui, no Norte da Ilha de Santa Catarina. A maioria teve fraturas nas asas, e apenas uma ave sobreviveu e passa por reabilitação.

Os pássaros foram recolhidos pela equipe do Projeto de Monitoramento de Praias da Bacia de Santos (PMP-BS), na segunda-feira (15), após receber o aviso de um morador local sobre o incidente. As aves caíram na água e foram arrastadas até a areia da praia, local do resgate. 

Um grupo de oito trinta-réis-bando (Thalasseus acuflavidus) foi resgatado na tarde de segunda-feira (15), com ferimentos causados por uma chuva de granizo que caiu no domingo na Praia do Sambaqui, em Florianópolis. A maioria apresentava fraturas nas asas e apenas uma ave sobreviveu. – Foto: Divulgação/R3 Animal
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Um grupo de oito trinta-réis-bando (Thalasseus acuflavidus) foi resgatado na tarde de segunda-feira (15), com ferimentos causados por uma chuva de granizo que caiu no domingo na Praia do Sambaqui, em Florianópolis. A maioria apresentava fraturas nas asas e apenas uma ave sobreviveu. – Foto: Divulgação/R3 Animal

Um morador comunicou a equipe do Projeto de Monitoramento de Praias da Bacia de Santos (PMP-BS), afirmando que à medida em que as pedras bateram nas aves, elas caíram na água. Na tarde de segunda-feira, elas chegaram até a areia da praia. Assim que acionada, a equipe se dirigiu ao local e resgatou sete aves feridas e uma já sem vida – Foto: Divulgação/R3 Animal
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Um morador comunicou a equipe do Projeto de Monitoramento de Praias da Bacia de Santos (PMP-BS), afirmando que à medida em que as pedras bateram nas aves, elas caíram na água. Na tarde de segunda-feira, elas chegaram até a areia da praia. Assim que acionada, a equipe se dirigiu ao local e resgatou sete aves feridas e uma já sem vida – Foto: Divulgação/R3 Animal

De acordo com a médica veterinária Daphne Wrobel Goldberg, a maioria das aves tinham fraturas expostas em ossos longos das asas, que eram incompatíveis com a reabilitação. Sete aves não sobreviveram aos ferimentos – Foto: Divulgação/R3 Animal
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De acordo com a médica veterinária Daphne Wrobel Goldberg, a maioria das aves tinham fraturas expostas em ossos longos das asas, que eram incompatíveis com a reabilitação. Sete aves não sobreviveram aos ferimentos – Foto: Divulgação/R3 Animal

Na manhã desta terça (16), moradores do Sambaqui levaram mais um trinta-réis resgatado no mesmo local. Ele foi atendido pela equipe e, segundo a médica veterinária Janaina Rocha Lorenço, ele está sem os reflexos nas patas. A ave está na sala de estabilização junto com a outra sobrevivente e passará por exames complementares para buscar o melhor tratamento – Foto: Divulgação/R3 Animal
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Na manhã desta terça (16), moradores do Sambaqui levaram mais um trinta-réis resgatado no mesmo local. Ele foi atendido pela equipe e, segundo a médica veterinária Janaina Rocha Lorenço, ele está sem os reflexos nas patas. A ave está na sala de estabilização junto com a outra sobrevivente e passará por exames complementares para buscar o melhor tratamento – Foto: Divulgação/R3 Animal

O nome científico do trinta-réis-de-bando vem do grego Thalasseus (pescador do mar) e acuflavidus do latim (agulha amarelada, em referência ao bico). Mede de 30 a 45 centímetros de comprimento, com envergadura de asa em torno 90 centímetros e peso entre 180 e 300 gramas. Possui a cabeça branca com nuca e auriculares pretas. Possui dorso cinza pálido e partes inferiores brancas, pernas pretas, bico amarelo e olhos castanhos escuros. Se alimenta de pequenos peixes, lulas e crustáceos, mergulhando no mar e em estuários, em pouca profundidade. No Brasil, fazem ninhos do Espírito Santo a Santa Catarina. Em colônias reprodutivas é possível ser encontrado com outras espécies de trinta-réis – Foto: Divulgação/R3 Animal
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O nome científico do trinta-réis-de-bando vem do grego Thalasseus (pescador do mar) e acuflavidus do latim (agulha amarelada, em referência ao bico). Mede de 30 a 45 centímetros de comprimento, com envergadura de asa em torno 90 centímetros e peso entre 180 e 300 gramas. Possui a cabeça branca com nuca e auriculares pretas. Possui dorso cinza pálido e partes inferiores brancas, pernas pretas, bico amarelo e olhos castanhos escuros. Se alimenta de pequenos peixes, lulas e crustáceos, mergulhando no mar e em estuários, em pouca profundidade. No Brasil, fazem ninhos do Espírito Santo a Santa Catarina. Em colônias reprodutivas é possível ser encontrado com outras espécies de trinta-réis – Foto: Divulgação/R3 Animal

Caso encontre um mamífero, ave ou tartaruga marinha debilitada ou morta na praia, ligue 0800 642 3341. O CePRAM/R3 Animal (Centro de Pesquisa, Reabilitação e Despetrolização de Animais Marinhos) fica localizado no Parque Estadual do Rio Vermelho, unidade de conservação sob responsabilidade do IMA (Instituto do Meio Ambiente), em parceria com a Polícia Militar Ambiental – Foto: Divulgação/R3 Animal
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Caso encontre um mamífero, ave ou tartaruga marinha debilitada ou morta na praia, ligue 0800 642 3341. O CePRAM/R3 Animal (Centro de Pesquisa, Reabilitação e Despetrolização de Animais Marinhos) fica localizado no Parque Estadual do Rio Vermelho, unidade de conservação sob responsabilidade do IMA (Instituto do Meio Ambiente), em parceria com a Polícia Militar Ambiental – Foto: Divulgação/R3 Animal

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