Conheça 12 animais considerados invasores em SC – alguns bem perto de você

Espécies exóticas invasoras listadas pelo IMA podem promover impactos ambientais, sociais e econômicos

Você sabia que, provavelmente, convive com espécies exóticas invasoras em Santa Catarina? São plantas e animais que não são nativos do Estado e que por diversas razões podem acabar trazendo transtornos sociais, ambientais e econômicos, em menor ou maior nível.

O IMA (Instituto do Meio Ambiente de Santa Catarina) listou todas as espécies consideradas exóticas invasoras em território catarinense e, muitas delas, são bem conhecidas da população, até por serem consideradas animais de estimação.

A convivência não é, necessariamente, um problema no caso de algumas espécies, mas é preciso seguir alguns cuidados. Confira os animais que fazem parte da lista e entenda por que eles estão entre as espécies invasoras:

As tartarugas tigre-d’água são comercializadas como animais de estimação no Brasil e vivem aproximadamente 30 anos. O problema é que muitas são abandonadas em parques urbanos ou outras áreas naturais e acabam oferecendo risco porque ocupam o espaço de alimentação, repouso e reprodução de outras espécies, como o cágado, que está em seu habitat natural. – Foto: Evaldo Resende/Wikimedia
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As tartarugas tigre-d’água são comercializadas como animais de estimação no Brasil e vivem aproximadamente 30 anos. O problema é que muitas são abandonadas em parques urbanos ou outras áreas naturais e acabam oferecendo risco porque ocupam o espaço de alimentação, repouso e reprodução de outras espécies, como o cágado, que está em seu habitat natural. – Foto: Evaldo Resende/Wikimedia
Que os gatos são uma fofura ninguém dúvida. Mas eles também são considerados uma espécie exótica invasora, já que são predadores de aves, insetos, pequenos répteis e anfíbios. Por isso, é importante castrar os animais e tentar mantê-los em ambientes com contenção, a fim de evitar os impactos para outras espécies. – Foto: Pixabay
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Que os gatos são uma fofura ninguém dúvida. Mas eles também são considerados uma espécie exótica invasora, já que são predadores de aves, insetos, pequenos répteis e anfíbios. Por isso, é importante castrar os animais e tentar mantê-los em ambientes com contenção, a fim de evitar os impactos para outras espécies. – Foto: Pixabay
O papagaio-verdadeiro é nativo do Sudeste do Brasil e a população que vive em Santa Catarina é resultado de solturas inadequadas após a captura de animais traficados ou de escape de cativeiro. A posse é permitida somente para animais registrados no Ibama. – Foto: Jair Moreira/Wikimedia
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O papagaio-verdadeiro é nativo do Sudeste do Brasil e a população que vive em Santa Catarina é resultado de solturas inadequadas após a captura de animais traficados ou de escape de cativeiro. A posse é permitida somente para animais registrados no Ibama. – Foto: Jair Moreira/Wikimedia
Junto aos gatos, os cães estão entre os mais queridos animais de estimação. Porém, isso não os tira da lista de espécies consideradas invasoras. Isso porque, em áreas naturais, os cachorros são exímios caçadores e, além disso, podem transmitir doenças, como raiva e cinomose aos animais nativos. Por isso, é importante ter todos os cuidados, como mantê-los em ambiente seguro e com as vacinas aplicadas, para evitar problemas com a fauna nativa.  – Foto: Pixabay
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Junto aos gatos, os cães estão entre os mais queridos animais de estimação. Porém, isso não os tira da lista de espécies consideradas invasoras. Isso porque, em áreas naturais, os cachorros são exímios caçadores e, além disso, podem transmitir doenças, como raiva e cinomose aos animais nativos. Por isso, é importante ter todos os cuidados, como mantê-los em ambiente seguro e com as vacinas aplicadas, para evitar problemas com a fauna nativa.  – Foto: Pixabay
Os saguis são naturais do Nordeste e Sudeste e chegaram à região Sul por meio do tráfico ilegal. Eles oferecem risco, pois podem morder pessoas e transmitir doenças como a raiva, febre amarela, hepatite e leptospirose. Além disso, não há predadores naturais dessa espécie na região, o que permite a reprodução desenfreada. – Foto: Daniel Gladston/Wikimedia
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Os saguis são naturais do Nordeste e Sudeste e chegaram à região Sul por meio do tráfico ilegal. Eles oferecem risco, pois podem morder pessoas e transmitir doenças como a raiva, febre amarela, hepatite e leptospirose. Além disso, não há predadores naturais dessa espécie na região, o que permite a reprodução desenfreada. – Foto: Daniel Gladston/Wikimedia
Os peixes-leão invadiram o mar do Caribe após um tornado nos EUA e são uma ameaça aos recifais do Brasil. Além disso, as nadadeiras têm ferrões com toxinas que podem machucar gravemente pescadores e pessoas que tentem apanhá-los. A espécie, que é vendida para aquários, nunca deve ser solta em ambientes naturais. – Foto: Bernard Dupont/Wikimedia
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Os peixes-leão invadiram o mar do Caribe após um tornado nos EUA e são uma ameaça aos recifais do Brasil. Além disso, as nadadeiras têm ferrões com toxinas que podem machucar gravemente pescadores e pessoas que tentem apanhá-los. A espécie, que é vendida para aquários, nunca deve ser solta em ambientes naturais. – Foto: Bernard Dupont/Wikimedia
A rã-africana é outra espécie vendida como animal de estimação e que, se manuseada da forma incorreta, pode trazer riscos. Ela é considerada invasora porque caça peixes, anfíbios e invertebrados e ainda pode transmitir uma doença fúngica que prejudica anfíbios. – Foto: Holger Krisp/Wikimedia
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A rã-africana é outra espécie vendida como animal de estimação e que, se manuseada da forma incorreta, pode trazer riscos. Ela é considerada invasora porque caça peixes, anfíbios e invertebrados e ainda pode transmitir uma doença fúngica que prejudica anfíbios. – Foto: Holger Krisp/Wikimedia
O lagostim-vermelho é muito comercializado para aquários no Brasil. Porém, quando solto em ambientes naturais, ele pode trazer impactos ambientais, por competir com espécies nativas, e econômicos, por prejudicar lavouras de arroz e comprometer a qualidade da água.  – Foto: Luc Hoogenstein/Wikimedia
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O lagostim-vermelho é muito comercializado para aquários no Brasil. Porém, quando solto em ambientes naturais, ele pode trazer impactos ambientais, por competir com espécies nativas, e econômicos, por prejudicar lavouras de arroz e comprometer a qualidade da água.  – Foto: Luc Hoogenstein/Wikimedia
A píton-de-burma é outra espécie comercializada como animal de estimação. O problema é que, por ser muito grande e requerer muitos cuidados, é comumente dispensada em ambientes naturais, o que traz impactos à fauna nativa, já que é uma predadora voraz que precisa de muito alimento. – Foto: LiCheng Shih/Wikimedia
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A píton-de-burma é outra espécie comercializada como animal de estimação. O problema é que, por ser muito grande e requerer muitos cuidados, é comumente dispensada em ambientes naturais, o que traz impactos à fauna nativa, já que é uma predadora voraz que precisa de muito alimento. – Foto: LiCheng Shih/Wikimedia
O tucunaré é um peixe muito conhecido, nativo do Amazonas, e também está na lista de espécies exóticas invasoras. O motivo é que ele é um grande predador de outros peixes e pode acabar desequilibrando a população de outras espécies e gerar impactos negativos. – Foto: Fábio Manfredini/Flickr
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O tucunaré é um peixe muito conhecido, nativo do Amazonas, e também está na lista de espécies exóticas invasoras. O motivo é que ele é um grande predador de outros peixes e pode acabar desequilibrando a população de outras espécies e gerar impactos negativos. – Foto: Fábio Manfredini/Flickr
Outro peixe considerado invasor em SC é a truta-arco-íris, que é nativa da América do Norte e foi introduzida no Brasil para criação em rios e para a pesca desportiva. O problema é que, além de alimentar de outras espécies, ela ainda compete por espaço e alimento com peixes nativos e pode transmitir doenças a eles. – Foto: Jovana Milanko/Wikimedia
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Outro peixe considerado invasor em SC é a truta-arco-íris, que é nativa da América do Norte e foi introduzida no Brasil para criação em rios e para a pesca desportiva. O problema é que, além de alimentar de outras espécies, ela ainda compete por espaço e alimento com peixes nativos e pode transmitir doenças a eles. – Foto: Jovana Milanko/Wikimedia
Na lista dos peixes invasores, ainda há o black bass: introduzidos no Estado para pesca desportiva, eles são predadores de outros animais e ainda competem por espaço e alimento. Por isso, a criação e o comércio dessa espécie são proibidos em Santa Catarina. – Foto: Robert Pos/Wikimedia
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Na lista dos peixes invasores, ainda há o black bass: introduzidos no Estado para pesca desportiva, eles são predadores de outros animais e ainda competem por espaço e alimento. Por isso, a criação e o comércio dessa espécie são proibidos em Santa Catarina. – Foto: Robert Pos/Wikimedia
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