FOTOS: ‘Albatroz-de-sobrancelha-preta’ é devolvido à natureza, em Florianópolis

Animal ficou em reabilitação por quase um mês, após ser encontrado com problemas de saúde na Grande Florianópolis

Uma ave conhecida como Albatroz-de-sobrancelha-preta, ou Thalassarche melanophris, em nome científico, foi devolvida à natureza nesta quarta-feira (18), na Barra da Lagoa, em Florianópolis.

Animal havia sido resgatado pelo Instituto Australis no dia 21 de julho - Nilson Coelho/R3 Animal/Divulgação/ND
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Animal havia sido resgatado pelo Instituto Australis no dia 21 de julho - Nilson Coelho/R3 Animal/Divulgação/ND
A equipe veterinária da R3 Animal constatou que a ave estava com enoftalmia no olho direito - Nilson Coelho/R3 Animal/Divulgação/ND
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A equipe veterinária da R3 Animal constatou que a ave estava com enoftalmia no olho direito - Nilson Coelho/R3 Animal/Divulgação/ND
Após quase um mês em reabilitação, animal estava liberado para soltura. - Nilson Coelho/R3 Animal/Divulgação/ND
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Após quase um mês em reabilitação, animal estava liberado para soltura. - Nilson Coelho/R3 Animal/Divulgação/ND
Estes animais alimentam-se de lulas, sardinhas e krills - Nilson Coelho/R3 Animal/Divulgação/ND
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Estes animais alimentam-se de lulas, sardinhas e krills - Nilson Coelho/R3 Animal/Divulgação/ND
Estas aves têm hábitos oceânicos, mas buscam terra firme para acasalar e alimentar os filhotes - Nilson Coelho/R3 Animal/Divulgação/ND
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Estas aves têm hábitos oceânicos, mas buscam terra firme para acasalar e alimentar os filhotes - Nilson Coelho/R3 Animal/Divulgação/ND
Eles medem entre 83 e 93 centímetros de comprimento. A média de envergadura é de 2,4 metros - Nilson Coelho/R3 Animal/Divulgação/ND
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Eles medem entre 83 e 93 centímetros de comprimento. A média de envergadura é de 2,4 metros - Nilson Coelho/R3 Animal/Divulgação/ND

O animal foi resgatado em 21 de julho, próximo ao município de Biguaçu, pelo Instituto Australis, durante monitoramento realizado na Baía Norte da região da Grande Florianópolis. Ao recolher a ave, a equipe acionou o grupo R3 Animal, que cuidou do tratamento até a soltura do pássaro.

Os veterinários da equipe puderam observar que o animal estava com uma enoftalmia, ou seja, um aprofundamento do globo ocular, além de não possuir reflexos ao estímulo visual.

Ele também apresentava problemas de respiração, piolhos, problemas de pele e muito estresse. No entanto, o animal ainda se alimentava bem, de acordo com a veterinária Marzia Antonelli.

O R3 ainda informou que, após análise, foi constatado que a lesão no olho direito é antiga. O olho está cicatrizado, e o albatroz reage bem aos estímulos visuais quando lhe é oferecido peixe. “O estímulo serve para simular a pesca de uma presa viva e em movimento. O albatroz teve um desempenho excelente em todos os testes que fizemos”, explica Marzia.

O Albatroz-de-sobrancelha-preta

O ‘Albatroz’ possui hábitos oceânicos, mas procuram estar em terra firme quando desejam casalar ou alimentar os filhotes. Eles também medem entre 83 e 93 centímetros de comprimento. A média de envergadura fica na casa dos 2,4 metros.

Com olhos castanhos, o bico varia do bege-acinzentado com a ponta preta (imaturos e juvenis) e vai clareando até chegar ao amarelo-alaranjado com a ponta avermelhada (adultos).

Costumam seguir e interagir com barcos pesqueiros em busca de alimento, e acabam capturados, sem querer, quando tentam se alimentar de iscas durante a pesca de espinhel. Sua alimentação é composta, basicamente, de lulas, sardinhas e krills (animais invertebrados da família dos camarões).

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