FOTOS: Jaraguá registra recorde de resgate de animais silvestres

Número de captura de espécies pela Fujama de Jaraguá do Sul, na maioria répteis como serpentes, é o maior registrado desde 2017

Cobras e lagartos, literalmente, lideram o ranking de espécimes silvestres que são resgatados pela equipe de biólogos da Fundação Jaraguaense de Meio Ambiente (Fujama) no Município. Ao lado de mamíferos como gambás e tamanduás e aves como corujas, os répteis são maioria entre os 157 animais resgatados em zonas residenciais de Jaraguá do Sul. Número que praticamente dobrou em relação ao verão 2019/2020 que teve 78 resgates registrados. Até então, o maior índice era o registrado no verão 2018/2019 com 83 capturas.

Um tamanduá-mirim adulto foi capturado pelos bombeiros voluntários de Jaraguá do Sul no início de março e já foi devolvido ao seu habitat pela Fujama – Foto: Fujama/Divulgação ND
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Um tamanduá-mirim adulto foi capturado pelos bombeiros voluntários de Jaraguá do Sul no início de março e já foi devolvido ao seu habitat pela Fujama – Foto: Fujama/Divulgação ND

A maior Caninana (Spilotes pullatus) resgatada tem 1,94m, mas pode chegar a 2,5m. Não tem veneno. Vive tanto no chão quanto em cima das árvores. Se alimenta, principalmente, de roedores, mas também pode comer aves e pequenos lagartos. Coordenador do Programa Resgate de Fauna da Fujama, o biólogo Christian Raboch costuma enfatizar em suas palestras de Educação Ambiental que a tendência é de aumento de ocorrências envolvendo animais silvestres em áreas urbanas. Em 2020, ao longo de todo ano, foram resgatadas 441 espécies, número bem superior ao registrado: 265 ocorrência, uma elevação superior a 66%. “É um conjunto de fatores que pode estar causando este aumento: clima, Covid (mais pessoas em casa), perda de habitat e o conhecimento do programa de resgate de fauna pela população”, observou – Foto: Fujama/Divulgação ND
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A maior Caninana (Spilotes pullatus) resgatada tem 1,94m, mas pode chegar a 2,5m. Não tem veneno. Vive tanto no chão quanto em cima das árvores. Se alimenta, principalmente, de roedores, mas também pode comer aves e pequenos lagartos. Coordenador do Programa Resgate de Fauna da Fujama, o biólogo Christian Raboch costuma enfatizar em suas palestras de Educação Ambiental que a tendência é de aumento de ocorrências envolvendo animais silvestres em áreas urbanas. Em 2020, ao longo de todo ano, foram resgatadas 441 espécies, número bem superior ao registrado: 265 ocorrência, uma elevação superior a 66%. “É um conjunto de fatores que pode estar causando este aumento: clima, Covid (mais pessoas em casa), perda de habitat e o conhecimento do programa de resgate de fauna pela população”, observou – Foto: Fujama/Divulgação ND

Essa Jararacuçu (Bothrops jararacussu) foi resgatada dentro de uma casa no ano passado. É uma espécie peçonhenta, possui dentição solenóglifa (especializada em inocular veneno). Não chega a ficar muito comprida, mas sim robusta.  Essa aí tinha 1,2m e quase 3kg, provavelmente estava grávida. Tem hábito noturno e caça mamíferos. Durante o verão, ocorrências com serpentes predominam no trabalho diário das equipes da Fujama. Representam 70% dos atendimentos. – Foto: Fujama/Divulgação ND
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Essa Jararacuçu (Bothrops jararacussu) foi resgatada dentro de uma casa no ano passado. É uma espécie peçonhenta, possui dentição solenóglifa (especializada em inocular veneno). Não chega a ficar muito comprida, mas sim robusta.  Essa aí tinha 1,2m e quase 3kg, provavelmente estava grávida. Tem hábito noturno e caça mamíferos. Durante o verão, ocorrências com serpentes predominam no trabalho diário das equipes da Fujama. Representam 70% dos atendimentos. – Foto: Fujama/Divulgação ND

Esta é uma cobra-d’água (Erythrolamprus miliaris). Foi resgatada pela Fujama nesta segunda-feira (22) em uma casa no Centro de Jaraguá do Sul. Ela estava escondida atrás de um armário do banheiro de casa. Segundo o biólogo Christian Raboch, com a chegada estações mais frias, a tendência que ocorrências envolvendo cobras e lagartos caia ao longo do ano até a chegada da primavera. “Como são animais de sangue frio, os répteis costumam ficar entocados durante as estações mais frias só saindo de suas tocas quando a temperatura volta a subir, como ocorre partir de setembro, normalmente”, explicou. – Foto: Fujama/Divulgação ND
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Esta é uma cobra-d’água (Erythrolamprus miliaris). Foi resgatada pela Fujama nesta segunda-feira (22) em uma casa no Centro de Jaraguá do Sul. Ela estava escondida atrás de um armário do banheiro de casa. Segundo o biólogo Christian Raboch, com a chegada estações mais frias, a tendência que ocorrências envolvendo cobras e lagartos caia ao longo do ano até a chegada da primavera. “Como são animais de sangue frio, os répteis costumam ficar entocados durante as estações mais frias só saindo de suas tocas quando a temperatura volta a subir, como ocorre partir de setembro, normalmente”, explicou. – Foto: Fujama/Divulgação ND

A semana começou agitada para a Fujama. Christian também fez um resgate e soltura de uma suindara, conhecida como coruja-de-igreja (Tyto furcata). Ela estava dentro de uma empresa em Jaraguá do Sul. Foi na segunda-feira, dia 22/3- Foto: Fujama/Divulgação ND
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A semana começou agitada para a Fujama. Christian também fez um resgate e soltura de uma suindara, conhecida como coruja-de-igreja (Tyto furcata). Ela estava dentro de uma empresa em Jaraguá do Sul. Foi na segunda-feira, dia 22/3- Foto: Fujama/Divulgação ND

Essa Dormideira (Dipsas neuwiedi) foi resgatada presa em uma armadilha de cola. Assim que a Fujama resgatou levou direto para um especialista fazer a remoção da serpente da armadilha e depois da cola da serpente. Agora, a cobra está em um terrário em observação, mas em breve deve voltar à natureza. – Foto: Fujama/Divulgação ND
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Essa Dormideira (Dipsas neuwiedi) foi resgatada presa em uma armadilha de cola. Assim que a Fujama resgatou levou direto para um especialista fazer a remoção da serpente da armadilha e depois da cola da serpente. Agora, a cobra está em um terrário em observação, mas em breve deve voltar à natureza. – Foto: Fujama/Divulgação ND

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