Veja os principais cuidados com animais de estimação no frio

Médico veterinário esclarece as dúvidas e dá dicas para ajudar os pets a passarem pelo período de baixas temperaturas com mais segurança

O Estado de Santa Catarina passa por um período de queda brusca na temperatura nos próximos dias, inclusive com as chances de neve em alguns locais. Você sabe quais os perigos e que cuidados tomar para proteger seu animal de estimação? Para te ajudar nisso, a reportagem do nd+ consultou o médico veterinário Ricardo Fontão de Pauli, que destacou as melhores formas de proteger os pets durante o frio. Confira – Foto: Reprodução/AdoteUmPatudoFloripa
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O Estado de Santa Catarina passa por um período de queda brusca na temperatura nos próximos dias, inclusive com as chances de neve em alguns locais. Você sabe quais os perigos e que cuidados tomar para proteger seu animal de estimação? Para te ajudar nisso, a reportagem do nd+ consultou o médico veterinário Ricardo Fontão de Pauli, que destacou as melhores formas de proteger os pets durante o frio. Confira – Foto: Reprodução/AdoteUmPatudoFloripa
Ricardo ressalta que os cuidados de regulação da temperatura no caso de cães e gatos são tão importantes quanto para os humanos. Mas uma grande diferença da termorregulação dos animais em relação aos humanos é que eles não suam. Assim, cães e gatos perdem temperatura principalmente através da respiração, e também pelas patas, por isso é importante o cuidado no verão com pisos quentes e no inverno, com os pisos gelados – Foto: Reprodução/Dibea
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Ricardo ressalta que os cuidados de regulação da temperatura no caso de cães e gatos são tão importantes quanto para os humanos. Mas uma grande diferença da termorregulação dos animais em relação aos humanos é que eles não suam. Assim, cães e gatos perdem temperatura principalmente através da respiração, e também pelas patas, por isso é importante o cuidado no verão com pisos quentes e no inverno, com os pisos gelados – Foto: Reprodução/Dibea
Roupas podem ser úteis para manter a temperatura do animal. Alguns gostam e aceitam com facilidade o uso das roupas, porém, outros não gostam tanto, explica o médico veterinário. O ideal é que os animais sejam habituados a vestir roupas desde filhotes. Os cães costumam aceitar melhor do que gatos, afirma Ricardo Fontão: “geralmente roupa para gatos é estressante, a não ser que o animal esteja realmente adaptado”. O tecido ideal é aquele de microfibras, que é muito recomendado pois não mancha quando é lavado em água sanitária, e costuma esquentar os animais com boa aceitação, além do pouco poder de alergia que alguns tecidos de algodão podem provocar – Foto: Reprodução/AdoteUmPatudoFloripa
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Roupas podem ser úteis para manter a temperatura do animal. Alguns gostam e aceitam com facilidade o uso das roupas, porém, outros não gostam tanto, explica o médico veterinário. O ideal é que os animais sejam habituados a vestir roupas desde filhotes. Os cães costumam aceitar melhor do que gatos, afirma Ricardo Fontão: “geralmente roupa para gatos é estressante, a não ser que o animal esteja realmente adaptado”. O tecido ideal é aquele de microfibras, que é muito recomendado pois não mancha quando é lavado em água sanitária, e costuma esquentar os animais com boa aceitação, além do pouco poder de alergia que alguns tecidos de algodão podem provocar – Foto: Reprodução/AdoteUmPatudoFloripa
O limite de temperatura aceitável para cães e gatos gira em torno de 15°C. Abaixo disso seria crítico para os animais, salvo algumas raças que suportam temperaturas mais baixas. Como por exemplo o Husky Siberiano que pode aguentar temperaturas de até -10°C, afirma o veterinário. Alguns sinais de que o animal está passando frio são: tremor muscular (que é uma das formas de obtenção de calor), pelos eriçados, tentativas de acesso a lugares mais quentes e escondidos do vento e, na grande maioria dos animais, eles irão tentar ficar em grupo, colados uns com os outros. Uma das providências a serem tomadas é, se possível colocar o animal para dentro de casa durante o frio mais intenso. É indicado o uso de fogão a lenha, lareiras e aquecedor para esquentar os ambientes. Um detalhe que merece atenção especial é o vento, que diminui muito a sensação térmica – Foto: Reprodução/Dibea
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O limite de temperatura aceitável para cães e gatos gira em torno de 15°C. Abaixo disso seria crítico para os animais, salvo algumas raças que suportam temperaturas mais baixas. Como por exemplo o Husky Siberiano que pode aguentar temperaturas de até -10°C, afirma o veterinário. Alguns sinais de que o animal está passando frio são: tremor muscular (que é uma das formas de obtenção de calor), pelos eriçados, tentativas de acesso a lugares mais quentes e escondidos do vento e, na grande maioria dos animais, eles irão tentar ficar em grupo, colados uns com os outros. Uma das providências a serem tomadas é, se possível colocar o animal para dentro de casa durante o frio mais intenso. É indicado o uso de fogão a lenha, lareiras e aquecedor para esquentar os ambientes. Um detalhe que merece atenção especial é o vento, que diminui muito a sensação térmica – Foto: Reprodução/Dibea
A doença mais frequente nestas épocas é a gripe. A gripe canina, conhecida como tosse dos canis, visto que ocorre muito em ambiente de aglomeração de cães, é um doença gripal que ocorre da mesma forma do que com humanos. Ela é autolimitante, ou seja, muitas vezes ela é curada sem a necessidade de tratamento, salvo alguns animais que tenham alguma doença secundária, como pneumonias, que podem gerar complicações. As gripes caninas duram de sete a 10 dias e os principais sintomas são tosse seca e prostração. Tosses secas por períodos mais longos pode ser indício de problemas cardíacos ou doença respiratória, alerta Ricardo. A gripe canina tem vacina. O animal deve ser vacinado a cada seis meses, e de acordo com o veterinário, vale a pena principalmente nessas épocas de frio extremo, pois tende a diminuir a gravidade dos sintomas. Em gatos, o mais comum é o complexo respiratório felino, que costuma causar conjuntivite e rinite nos bichanos – Foto: Reprodução/Dibea
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A doença mais frequente nestas épocas é a gripe. A gripe canina, conhecida como tosse dos canis, visto que ocorre muito em ambiente de aglomeração de cães, é um doença gripal que ocorre da mesma forma do que com humanos. Ela é autolimitante, ou seja, muitas vezes ela é curada sem a necessidade de tratamento, salvo alguns animais que tenham alguma doença secundária, como pneumonias, que podem gerar complicações. As gripes caninas duram de sete a 10 dias e os principais sintomas são tosse seca e prostração. Tosses secas por períodos mais longos pode ser indício de problemas cardíacos ou doença respiratória, alerta Ricardo. A gripe canina tem vacina. O animal deve ser vacinado a cada seis meses, e de acordo com o veterinário, vale a pena principalmente nessas épocas de frio extremo, pois tende a diminuir a gravidade dos sintomas. Em gatos, o mais comum é o complexo respiratório felino, que costuma causar conjuntivite e rinite nos bichanos – Foto: Reprodução/Dibea
Em relação aos cuidados com passeio, sugere-se nesta época passear com o cão durante o dia, em dias de sol, de preferência das 10 h às 16 h, que tende a ter as temperaturas mais altas do dia. Fora destes horários, o piso frio pode influenciar numa queda brusca na temperatura corporal do animal. Ricardo Fontão ressalta ainda que o exercício físico é uma das formas de aumentar o calor do corpo dos cães, então segue sendo muito recomendado mesmo no frio, desde que em horários confortáveis – Foto: Reprodução/AdoteUmPatudoFloripa
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Em relação aos cuidados com passeio, sugere-se nesta época passear com o cão durante o dia, em dias de sol, de preferência das 10 h às 16 h, que tende a ter as temperaturas mais altas do dia. Fora destes horários, o piso frio pode influenciar numa queda brusca na temperatura corporal do animal. Ricardo Fontão ressalta ainda que o exercício físico é uma das formas de aumentar o calor do corpo dos cães, então segue sendo muito recomendado mesmo no frio, desde que em horários confortáveis – Foto: Reprodução/AdoteUmPatudoFloripa
Então, a recomendação aos tutores é que, se possível, mantenham os animais dentro de casa em ambientes aquecidos. Já para aqueles que tenham de permanecer nos quintais, deve-se tomar muito cuidado com o vento, se possível fornecer proteção no piso, para que não fique muito gelado. Tablados de madeira, cobertores, camas e colchões são opções indicadas para amenizar o frio para os animais no exterior da casa – Foto: Reprodução/AdoteUmPatudoFloripa
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Então, a recomendação aos tutores é que, se possível, mantenham os animais dentro de casa em ambientes aquecidos. Já para aqueles que tenham de permanecer nos quintais, deve-se tomar muito cuidado com o vento, se possível fornecer proteção no piso, para que não fique muito gelado. Tablados de madeira, cobertores, camas e colchões são opções indicadas para amenizar o frio para os animais no exterior da casa – Foto: Reprodução/AdoteUmPatudoFloripa
Todas as imagens utilizadas nesta matéria são da Dibea (Diretoria do Bem-Estar Animal) e do Adote Um Patudo Floripa. As instituições de Florianópolis recolhem animais de rua e dão abrigo até que eles consigam um novo lar. A maior parte dos animais das fotos, entre muitos outros, estão disponíveis para adoção – Foto: Reprodução/Dibea
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Todas as imagens utilizadas nesta matéria são da Dibea (Diretoria do Bem-Estar Animal) e do Adote Um Patudo Floripa. As instituições de Florianópolis recolhem animais de rua e dão abrigo até que eles consigam um novo lar. A maior parte dos animais das fotos, entre muitos outros, estão disponíveis para adoção – Foto: Reprodução/Dibea
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