Presidente do Blackstar aponta erros da equipe no primeiro turno do Brasileiro

Equipe joinvilense terminou a primeira fase do Campeonato Brasileiro da CBB na penúltima colocação com apenas uma vitória em cinco jogos

O primeiro turno do Campeonato Brasileiro de Basquete terminou para o Blackstar e a equipe joinvilense já voltou para casa com um quinto lugar, uma vitória, quatro derrotas e muitas coisas para corrigir antes da próxima fase da competição.

Blackstar terminou a primeira fase do Brasileiro com uma vitória e quatro derrotas – Foto: CBB/DivulgaçãoBlackstar terminou a primeira fase do Brasileiro com uma vitória e quatro derrotas – Foto: CBB/Divulgação

Para o presidente do Blackstar, Rodrigo Lima, o primeiro turno da competição expôs algumas falhas que precisam ser “acertadas” antes da segunda fase do campeonato. O presidente ressalta que a montagem de elenco em cima da hora foi uma estratégia, mas também contribuiu para a falta de entrosamento da equipe, que treinou apenas algumas semanas antes de entrar em quadra oficialmente no Brasileiro.

A reestruturação da equipe se deu por questões financeiras e sem conseguir manter o elenco que foi campeão Estadual em 2020, o Blackstar precisou readequar a equipe. “Neste novo ano, a ideia era fazer uma renegociação salarial e não conseguimos chegar em acordos financeiros com todo mundo. Tivemos que nos readequar, dar um passinho para trás. Buscamos trazer um elenco com ‘fome’, novo, com atletas que já tiveram alguma experiência”, explica.

Com um técnico jovem, o elenco acompanha e a média de idade da maioria dos atletas é de 22 a 24 anos. “São meninos que jogaram muito tempo na base de times fortes dentro e fora do brasil e na hora do adulto não se confirmaram como protagonistas. A ideia é ter essa oportunidade. Nós montamos o time próximo da competição, foi uma estratégia nossa para não acontecer o que aconteceu no ano passado. A gente sabe que ao longo da competição ela ainda vai pegando corpo”, salienta.

A falta de entrosamento foi um dos erros apontados pelo presidente para a campanha de apenas uma vitória neste turno. Além disso, Rodrigo menciona ainda a falta de preparação física e os erros de discernimento nas movimentações ofensivas da equipe como os principais fatores para as derrotas.

E foram derrotas doloridas, daquelas que acontecem no detalhe. O time joinvilense chegou a abrir boas vantagens contra Osasco e Botafogo e perdeu o ritmo no segundo tempo. Contra o Anápolis, o jogo foi decidido na última bola após uma sequência de erros do Blackstar.

Tudo isso, no entanto, será exaustivamente trabalhado no próximo mês, antes da segunda fase. “Já tínhamos consciência de que o primeiro turno seria mais difícil, mas estamos pegando só casca grossa e quando formos jogar o próximo estamos mais cascudos. Agora temos quase 30 dias para treinar bastante, trabalhar melhor a parte física. Podemos evoluir na parte física e tática”, avalia.

Além disso, a equipe terá tempo de recuperar o armador Felipe Tadei, que se lesionou na primeira partida e ficou de fora da competição e, ainda, o retorno do armador João, que não conseguiu viajar.

Depois de dois dias de folga, a equipe retoma os treinos para corrigir os erros e se preparar para a próxima fase da competição.

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