A instalação do consulado italiano está mais perto. Em Vitória, capital do Espírito Santo

A instalação do consulado italiano está mais perto. Em Vitória, capital do Espírito Santo. Lá, os dois imóveis que foram disponibilizados pelo governo do Estado foram vistoriados ontem. Para o governador Renato Casagrande (PSB), não é só facilitar a vida do cidadão capixaba, que precisa viajar 500 quilômetros até o consulado do Rio de Janeiro, é “ter a presença oficial da Itália” no Estado, disse ao jornal “A Tribuna”, de Vitória.

As brigas atrapalham

Tanto Espírito Santo quanto Santa Catarina têm grandes concentrações de imigrantes italianos na composição das respectivas populações. Enquanto no Sudeste o consulado deu mais um passo, por aqui, as brigas atrapalham. Estão em jogo interesses de pelo menos três grupos, que não conseguem sentar numa mesma mesa e caminhar para o entendimento.

Em postura passiva, governo espera contato oficial

Mesmo atento às disputas, o governo catarinense adota uma postura passiva. Procurado pela coluna, o secretário de Articulação Internacional, Derian Campos, disse ontem que o governo catarinense “está à disposição”, “tem interesse”, e “aguarda contatos oficiais” diretamente com a Itália. Ou seja, está reativo, não proativo. Campos antecipou um detalhe do planejamento estratégico para a pasta. Pretende criar, a médio ou longo prazo, uma Praça das Nações, que ofereça espaço isonômico para todos os países que desejarem abrir unidades diplomáticas no Estado.

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