Altair Magagnin

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Mais impostos sobre defensivos agrícolas é pauta pessoal de Carlos Moisés; Oeste reage

Quem cobriu a sessão desta quarta-feira (7) na Assembleia sobre a questão dos incentivos fiscais ouviu que a pauta do aumento de impostos para os defensivos agrícolas é uma bandeira pessoal do governador Carlos Moisés (PSL). O próprio secretário da Fazenda, Paulo Eli (ex-MDB), teria sido voto vencido no assunto. Inusitado que o pensamento de Moisés sobre os defensivos – ou agrotóxico, ou veneno, como queiram – é totalmente oposto ao do presidente da República, Jair Bolsonaro (PSL). Aliás, enquanto Bolsonaro está trabalhando para diminuir impostos, Moisés está tomando decisões que culminam no aumento de tributos.

Produção rural – Divulgação/ND

Os deputados estaduais que integram a Bancada do Oeste da Assembleia Legislativa subscreveram um manifesto de preocupação com os reflexos que a tributação aos defensivos agrícolas causará à economia catarinense “com efeitos negativos, especialmente, para a camada menos favorecida da população, que sentirá o reajuste dos preços dos produtos nas prateleiras”. Essa cadeia produtiva responde por 70% das exportações catarinenses e representa 20% do PIB estadual, responsável por 700 mil empregos diretos. Interessante que a bancada, suprapartidária, inclui o líder do governo e uma deputada do PSL, que também assinaram o documento.

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