Moisés e Bolsonaro tem apoios pontuais no Legislativo, primeiros testes começam a surgir

Pela manhã, sintonizado no noticiário nacional, ouvi uma repórter dizendo sobre as dificuldades de articulação do governo Jair Bolsonaro (PSL) com o Congresso Nacional. Lembrou que o governo não tem uma base, mas apenas apoios pontuais a alguns projetos. Se o deputado ou senador acha que é bom, vota com o governo. Senão, vota contra.

Jair Bolsonaro e Carlos Moisés – Flavio Tin/ND

Dá pra trazer isso exatamente para o contexto da Assembleia Legislativa e do governo de Santa Catarina. Aí, encaixa também a frase que mais me chamou atenção na entrevista do presidente Julio Garcia – publicada segunda-feira na coluna – que disse o seguinte: “daqui para frente, passada a reforma, o governo tem que agir e fazer sua parte”. Também durante a entrevista, Garcia disse que a reforma será aprovada “com ampla maioria”.

Orientações

Na condição de presidente da Assembleia, Julio Garcia (PSD) já adiantou que não pretende votar – não só no projeto da reforma administrativa, como também em qualquer outra matéria. Só dará o Voto de Minerva, na necessidade de desempatar. Até aqui, procurou adotar um papel institucional. As únicas recomendações foram “não mexer nas prerrogativas da Assembleia” e “dar condições para o governador implantar aquilo que ele imagina ser melhor para Santa Catarina”.

Mais conteúdo sobre

Mais Conteúdo