Cacau Menezes

Apaixonado pela sua cidade, por Santa Catarina, pelo seu país e pela sua profissão. São 45 anos, sete dias por semana, 24 horas por dia dedicados ao jornalismo

Noite passada eu tive um sonho de sonhador, maluco que sou…

Uma reflexão sobre o ‘agora’ – Foto: Divulgação

 
      Cara, tive um sonho louco esta  noite. Sonhei que uma doença havia tomado conta do mundo inteiro. Matava as pessoas aos montes, especialmente os mais velhos. Os prefeitos, governadores, presidentes mandavam todo mundo ficar dentro de casa. Depois mandavam todo mundo sair. Daí, quando as pessoas saiam, eles mandavam todo mundo entrar de volta. A doença não tinha tratamento, mas havia um medicamento, uma tal de cloroquina, que era bom somente para quem apoiava o governo. Quem não apoiava, dizia que o remédio não prestava. Mas o remédio prestava, entende? Daí todo mundo começou a comprar uns tais de respiradores. Tinha governantes que pagavam adiantado e os respiradores nunca apareciam. Maior loucura, bicho. Esse negócio de festa, dança, churrascada  era proibido, meu. A gente tinha que andar na rua com máscara e quem não andasse era multado. E tinha um lance doido de uns testes. Se desse positivo, pra você era negativo e vice-versa. Loucura, loucura, loucura.

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