Morre o comerciante Alvim, um ícone do velho Mercado Público

Atualizado

Alvim (direita), com o cliente e amigo Caco Bastos - Reprodução
Alvim (direita), com o cliente e amigo Caco Bastos,  quando o bar ainda funcionava no mercado – Reprodução

Morreu na noite de sábado (2), em Florianópolis, vítima de câncer, o comerciante Alvim Nelson Fernandes Luz, 76 anos, proprietário do célebre Bar do Alvim, que fez história no Mercado Público de Florianópolis, transferido posteriormente para o centro de Palhoça e para a Rua João Pinto. Seu corpo está sendo velado até as 14h deste domingo (3), no Crematório Vaticano  de Palhoça.

Alvim deixou seu espaço tradicional no mercado depois que a prefeitura promoveu a reforma do prédio (ala Sul) e teve de realizar uma licitação para ocupação dos novos boxes.

Alvim herdou o negócio de seu pai, Alvim Spinoza, que tinha um armazém (venda) na Rua 7 de Setembro e depois se instalou no mercado.

O local foi um dos pontos de encontro mais marcantes de Florianópolis durante décadas (primeiro como açougue, desde 1955, e, de 2008 em diante, um bar e restaurante), graças à qualidade dos produtos, ao atendimento primoroso do proprietário e dos profissionais da casa. Contribuiu para o movimento constante o fato de o box se localizar na esquina do mercado com a Avenida Paulo Fontes, praticamente de frente para o Ticen.

A saída do mercado foi um duro golpe na trajetória do estabelecimento, mas ainda assim muitos clientes fiéis passaram a frequentar as novas instalações, tanto em Palhoça, quanto na João Pinto.

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