Padre Vilson Groh reitera compromisso cristão com a cultura da paz

O decreto federal que flexibiliza a posse de armas de fogo no país divide opiniões de especialistas e autoridades, entre juristas, magistrados, profissionais de seugrança pública, políticos e lideranças religiosas. O padre Vilson Groh, diretor do instituto que leva seu nome, conhecido por atuar há 37 anos na periferia da Grande Florianópolis, em especial com projetos de acolhimento e inclusão de crianças e adolescentes, declarou em depoimento divulgado na quinta-feira (17), que “a flexibilização para a posse de armas não é uma perspectiva de saída para o país”. Lembrou que “Jesus Cristo foi o maior pacifista da história, por sua pregação e prática da não-violência, da relação e do respeito para com o outro”. Recordou também um dos mandamentos do Cristianismo, que é “não matarás”, obsrvando que “precisamos desconstruir essa questão das armas facilitadas e construir o caminho das pontes, da cultura da paz, da solidariedade e do combate à desigualdade, da promoção da justiça social”. “Armas são letais e ninguém tem o direito de tirar a vida de ninguém”, enfatizou.
Lembrou ainda que o Instituto Padre Vilson Groh investe há mais de três décadas justamente no sentido de promover a cultura da paz, despertando consciências e praticando a inclusão dos jovens da periferia.

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