Fábio Machado

Rotina, contratações e análise dos jogos dos clubes catarinenses. A história do futebol no Estado é resgatada com postagens que relembram os títulos e jogadores que marcaram Santa Catarina.

A bolha financeira no futebol

A BOLHA DO FUTEBOL

O ex-zagueiro Paulo André, que atualmente trabalha como diretor de futebol do Athletico Paranaense, alfinetou os clubes que contratam jogadores que “pagam 400, 500 mil reais apenas para se proteger das opiniões de terceiros”.

Mesmo não sabendo se o dirigente está ou não alfinetando o Flamengo ou outras equipes do cenário brasileiro, por exemplo, ou mesmo se defendendo dos resultados ruins da sua equipe nesse início de temporada, Paulo André acabou tocando num assunto que incomoda os atuais dirigentes – responsáveis!-, torcedores e patrocinadores: “a bolha financeira” dos altos salários dos atletas.

O temor é que essa bolha um dia estoure.

Recentemente, um dirigente do Cruzeiro foi gravado reclamando dos salários absurdos que o zagueiro Dedé recebe do clube mineiro: “Não tem esse negócio de jogador encostado pelo INSS não, mesmo machucado ele continua ganhando muito dinheiro, e aí fica difícil”.

Não é à toa que muitos clubes passaram a estipular um teto de salários para treinadores e atletas.

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