Fábio Machado

Rotina, contratações e análise dos jogos dos clubes catarinenses. A história do futebol no Estado é resgatada com postagens que relembram os títulos e jogadores que marcaram Santa Catarina.

A teoria ( e a incoerência) do Augusto Inácio na derrota do Avaí

O torcedor do Avaí que viu a sua equipe perder para o Criciúma, na tarde de domingo (09) no estádio da Ressacada, não consegue compreender o que passa na cabeça de um treinador que desperdiça a oportunidade de melhorar o entrosamento da sua equipe, poupando jogadores em uma partida importante do estadual – a competição é rápida e os tropeços custam caro.

Com a justificada alegação de que precisa poupar atletas cansados por causa do jogo do meio de semana da Copa do Brasil, Augusto Inácio mexeu na equipe, desmontou o esquema tático deixando atletas considerados titulares no banco de reservas.

Só que para tentar buscar uma reação, colocou em campo dois desses atletas “cansados”: Bruno Silva e Rildo.

Conclusão dessa invenção do treinador: todos os jogadores do Avaí correram mais – e errado, é claro.

Se desgastaram ainda mais às vésperas de uma partida do Copa do Brasil por causa do gramado pesado devido às chuvas e pelo placar adverso, onde tinham que construir as jogadas em busca de um gol de empate.

Ou seja, mais esforço físico.

O técnico Augusto Inácio inventou e a sua teoria resultou na prática em mais uma derrota do Avaí na Ressacada com vaias dos torcedores.

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