Fábio Machado

Rotina, contratações e análise dos jogos dos clubes catarinenses. A história do futebol no Estado é resgatada com postagens que relembram os títulos e jogadores que marcaram Santa Catarina.

As “cenas” do rebaixamento do Avaí

Um dia após o empate diante do Cruzeiro que decretou o rebaixamento do Avaí no campeonato brasileiro, a imagem que rodou o país foi a do treinador Evando “comemorando” o resultado na beira do gramado como se fosse um título.

A cena que gerou constrangimento para o torcedor do clube, é bem diferente dos rebaixamentos anteriores quando atletas choraram no gramado ou tamparam os rostos com o mais profundo sentimento de tristeza – e vergonha – pela queda para à série B.

Essa imagem, no mínimo ridícula se juntam a outros momentos que explicam a temporada ruim do Avaí na competição.

Como esquecer a declaração do ex-diretor Joceli dos Santos dizendo que “1,99 também tem 3 dígitos” ridicularizando as críticas pelos erros das contratações no sul da ilha?

Como esquecer a venda do mando de campo para o Flamengo com o “avião da alegria” com convidados do presidente para assistir ao jogo em Brasília?

(No campo, um time na série A pior do que o time que disputou a série B. Já comentado algumas vezes aqui nesse espaço).

Como já escrito em colunas anteriores, a temporada de 2019 não é para ser esquecida jamais.

REAPROXIMAÇÃO

Com a queda para segunda divisão do campeonato brasileiro, o Avaí precisa mudar radicalmente para a próxima temporada.

Dentro de campo, mais profissionalismo nas contratações e avaliações de atletas.

Menos “amadorismo” e menos “amiguinhos” da diretoria.

Fora de campo, uma imediata reaproximação com o torcedor.

O sumiço do presidente da mídia, a venda do mando de campo diante do Flamengo, a rejeição do terceiro uniforme e a campanha ruim no brasileiro foram afastando o torcedor.

É preciso repensar essa reaproximação.

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