Fábio Machado

Rotina, contratações e análise dos jogos dos clubes catarinenses. A história do futebol no Estado é resgatada com postagens que relembram os títulos e jogadores que marcaram Santa Catarina.

E agora, Figueirense? As lições, as decepções e a retomada do futuro do alvinegro

Com o rompimento do contrato de parceria do Figueirense Futebol Clube com a Elephant S/A a primeira reflexão que deve ser feita é a seguinte: Não existe salvador no futebol. Muito pelo contrário; o sucesso é fruto de muito trabalho, aportes verdadeiros, união com o torcedor e com a história do clube e muito suor!

Essa lição vale para a naufragada parceria, como também vale para o futuro do clube. Repetindo: Não existe salvador.

Dito isso, seguimos em frente. E agora? Qual será o futuro do Figueirense após ter tirado um enorme e lento paquiderme do seu quintal?

A princípio o caminho que os novos gestores do clube devem trilhar para essa árdua tarefa é o caminho da honestidade; da franqueza, do olho no olho e da sinceridade. Sem cláusulas de confidencialidade, sem maquiagem. Por mais duro que seja o número apresentado: mostrar, esclarecer.

Mostrar para o torcedor e sociedade o verdadeiro quadro do Figueirense. Clamar pelo seu retorno as arquibancadas do estádio Orlando Scarpelli. Um time do povo tem que seguir a seu destino.

Segundo passo é chamar de volta os verdadeiros ídolos, os ex-jogadores e dirigentes identificados com as cores preto e branca; com a história, com a essência do clube.

Reativar a Rádio Figueira! Imediatamente!

Não é um caminho fácil, aqui ninguém está afirmando o contrário. Mas são passos necessários. Coerentes com o momento que demanda honestidade e participações dos verdadeiros alvinegros.  A dor de agora pode virar prazer em um médio e longo prazo.

Lembrando que só com trabalho o clube pode sair dessa situação, e não custa lembrar mais uma vez a dura lição: NÃO EXISTE SALVADOR NO FUTEBOL.

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