Fábio Machado

Rotina, contratações e análise dos jogos dos clubes catarinenses. A história do futebol no Estado é resgatada com postagens que relembram os títulos e jogadores que marcaram Santa Catarina.

O quero-quero e a “anunciada” crise financeira da Chapecoense

. – Foto: Arte/Ricardo Manhaes/ND Mais

No início do ano enquanto rolavam as disputas do campeonato estadual, um quero-quero que dá belos rasantes pelo belo gramado da Arena Condá, em Chapecó me garantiu o seguinte: “Nenhum time do Brasil vai sofrer mais do que a Chapecoense caso ela seja rebaixada para a série B”.

A ave antenada prosseguiu: “O motivo é o fardo e a estrutura “pesada” da instituição: altos salários, folha de pagamento de funcionários inchada, as indenizações e, finalmente, a ingerência de profissionais de fora da cidade que aumentaram ainda mais os custos”.

Sobre o assunto, este colunista ainda pensou na ocasião: “No ano passado o time escapou por pouco, logo, as lições foram aprendidas”. Sim, em muitas vezes eu peco pela ingenuidade.

Só que o problema na crise anunciada da Chapecoense, é que ela estourou antes mesmo do provável rebaixamento. O caixa não está dando conta de liquidar as faturas. Demissões, queda do número de sócios; antecipações de verbas da TV e, independente, de como terminar o ano – com ou o sem o rebaixamento, o time do Oeste vai precisar se reinventar para pelo menos não se afundar mais na crise.

A conta chegou.

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