Fábio Machado

Rotina, contratações e análise dos jogos dos clubes catarinenses. A história do futebol no Estado é resgatada com postagens que relembram os títulos e jogadores que marcaram Santa Catarina.

Uma diferença, nada sutil, dos treinadores estrangeiros que atuam no futebol brasileiro

A imprensa esportiva e os torcedores das equipes que tem no comando técnicos estrangeiros estão começando a se acostumar com a sinceridade desses profissionais nas entrevistas coletivas.

São análises sinceras sobre erros e carências de suas equipes.

É uma cultura muito diferente dos técnicos brasileiros que, no receio de perder o cargo, ou fechar as portas no futuro das equipes em que estão atuando, costumam “passar o pano” nas entrevistas – amenizam os problemas -, e finalizam que isso “se resolve lá no vestiário”.

Jorge Jesus no Flamengo, Sampaoli que na temporada estava no Santos e Augusto Inácio atualmente no comando do Avaí surpreendem: se tiver que reclamar da carência em algum setor, não hesitam em apontar isso.

Se tiver que reclamar do calendário, idem.

Se tiver que reclamar da falta de caráter, também. (Aqui no caso é de atitude, e não de índole).

É uma mudança de postura que aos poucos o futebol brasileiro – torcida e imprensa – vão se acostumando.

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