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Recall: Volvo XC90 é chamado por risco de incêndio

Recall: Volvo XC90 é chamado por risco de incêndio - Foto: Divulgação

Recall: Volvo XC90 é chamado por risco de incêndio - Foto: Divulgação

Algumas unidades do Volvo XC90 foram chamadas para recall por conta de um problema na mangueira de sangria do líquido de arrefecimento do motor, que pode contar com rachaduras. O defeito pode fazer com que o líquido se acumule no isolamento do aquecedor do catalisador, provocando possibilidade de incêndio com o carro parado.

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Recall: Volvo XC90

ModeloFabricaçãoChassis
Volvo XC9027/08/2014 a 24/04/2016YV1LFA2CG1007703 a YV1LFA2CCG1087567

Os modelos envolvidos no chamado devem agendar a substituição da mangueira em uma das concessionárias da marca. O serviço é gratuito e dura cerca de três horas.

Para mais informações, entre em contato com a Central de Atendimento Volvo pelo telefone 0800 707 7590 (de segunda à sexta-feira, das 6h às 23h) ou pelo e-mail sac.volvocars@volvocars,com.

Recalls bizarros

Na galeria, veja alguns dos recalls mais bizarros do mundo:

Recall: Volvo XC90 é chamado por risco de incêndio

Fiat Tipo: depois que algumas unidades pegaram fogo sozinhas, a Fiat convocou um recall para substituir o tubo convergedor de ar quente do motor. Mesmo com a manutenção, alguns veículos continuaram pegando fogo, e foi preciso fazer um segundo chamado para consertar vazamentos de fluido da direção hidráulica, já que o líquido vazava pelo escapamento e provocava os incêndios - Foto: Divulgação - Foto: Divulgação/Garagem 360/ND

Fiat Tipo: depois que algumas unidades pegaram fogo sozinhas, a Fiat convocou um recall para substituir o tubo convergedor de ar quente do motor. Mesmo com a manutenção, alguns veículos continuaram pegando fogo, e foi preciso fazer um segundo chamado para consertar vazamentos de fluido da direção hidráulica, já que o líquido vazava pelo escapamento e provocava os incêndios - Foto: Divulgação - Foto: Divulgação/Garagem 360/ND

Fiat Tipo - Foto: Divulgação - Foto: Divulgação /Garagem 360/ND

Fiat Tipo - Foto: Divulgação - Foto: Divulgação /Garagem 360/ND

Ford Pinto: o veículo, que foi barrado no Brasil por conta do nome sugestivo, protagonizou um recall polêmico nos Estados Unidos. Se o carro sofresse uma colisão traseira, o tanque de gasolina podia quebrar e causar uma explosão. Antes de colocar o modelo no mercado, a Ford já sabia do problema, mas fez as contas e percebeu que indenizar possíveis mortes e casos de queimaduras sairia bem mais barato do que regularizar a linha de produção. No final, depois de mortes e ferimentos graves, a montadora convocou as unidades para recall e teve que pagar milhões em indenizações - Foto: 2000Scooby via VisualHunt.com / CC BY-NC-ND - Foto: 2000Scooby via VisualHunt.com / CC BY-NC-ND /Garagem 360/ND

Ford Pinto: o veículo, que foi barrado no Brasil por conta do nome sugestivo, protagonizou um recall polêmico nos Estados Unidos. Se o carro sofresse uma colisão traseira, o tanque de gasolina podia quebrar e causar uma explosão. Antes de colocar o modelo no mercado, a Ford já sabia do problema, mas fez as contas e percebeu que indenizar possíveis mortes e casos de queimaduras sairia bem mais barato do que regularizar a linha de produção. No final, depois de mortes e ferimentos graves, a montadora convocou as unidades para recall e teve que pagar milhões em indenizações - Foto: 2000Scooby via VisualHunt.com / CC BY-NC-ND - Foto: 2000Scooby via VisualHunt.com / CC BY-NC-ND /Garagem 360/ND

Ford Pinto - Foto: France1978 via Visualhunt.com / CC BY-SA - Foto: France1978 via Visualhunt.com / CC BY-SA/Garagem 360/ND

Ford Pinto - Foto: France1978 via Visualhunt.com / CC BY-SA - Foto: France1978 via Visualhunt.com / CC BY-SA/Garagem 360/ND

Citroën C3 Picasso: em 2011, 22 unidades da Inglaterra foram chamadas para recall por conta de um motivo um tanto o quanto exótico: quando o passageiro da frente pisava com força no assoalho do carro, era possível acionar o sistema de frenagem sem querer. Isso acontecia porque as versões inglesas tinham os volantes e pedais migrados para o lado direito da cabine, mas o mecanismo continuava passando por baixo do forro do assoalho da parte esquerda (do passageiro). A solução foi reforçar o isolamento dos fios - Foto: RL GNZLZ via VisualHunt / CC BY-SA - Foto: RL GNZLZ via VisualHunt / CC BY-SA/Garagem 360/ND

Citroën C3 Picasso: em 2011, 22 unidades da Inglaterra foram chamadas para recall por conta de um motivo um tanto o quanto exótico: quando o passageiro da frente pisava com força no assoalho do carro, era possível acionar o sistema de frenagem sem querer. Isso acontecia porque as versões inglesas tinham os volantes e pedais migrados para o lado direito da cabine, mas o mecanismo continuava passando por baixo do forro do assoalho da parte esquerda (do passageiro). A solução foi reforçar o isolamento dos fios - Foto: RL GNZLZ via VisualHunt / CC BY-SA - Foto: RL GNZLZ via VisualHunt / CC BY-SA/Garagem 360/ND

Citroën C3 Picasso - Foto: RL GNZLZ via VisualHunt.com / CC BY-SA - Foto: RL GNZLZ via VisualHunt.com / CC BY-SA/Garagem 360/ND

Citroën C3 Picasso - Foto: RL GNZLZ via VisualHunt.com / CC BY-SA - Foto: RL GNZLZ via VisualHunt.com / CC BY-SA/Garagem 360/ND

Mercedes-Benz Classe A: durante seu lançamento mundial em 1997, o modelo capotou quando participava do “teste do desvio do alce

Mercedes-Benz Classe A: durante seu lançamento mundial em 1997, o modelo capotou quando participava do “teste do desvio do alce". Para evitar que a situação se repetisse, a montadora implantou um sistema eletrônico de estabilidade e fez mudanças na suspensão sem alterar o valor final do carro - Foto: Carlos Octavio Uranga via Visualhunt.com / CC BY-NC-ND - Foto: Carlos Octavio Uranga via Visualhunt.com / CC BY-NC-ND/Garagem 360/ND

Mercedes-Benz Classe A - Foto: Carlos Octavio Uranga via Visual hunt / CC BY-NC-ND - Foto: Carlos Octavio Uranga via Visual hunt / CC BY-NC-ND /Garagem 360/ND

Mercedes-Benz Classe A - Foto: Carlos Octavio Uranga via Visual hunt / CC BY-NC-ND - Foto: Carlos Octavio Uranga via Visual hunt / CC BY-NC-ND /Garagem 360/ND

Airbags mortais: Ao menos 16 pessoas morreram por conta das bolsas infláveis defeituosas da empresa japonesa Takata. Os itens projetaram fragmentos contra os ocupantes. O escândalo foi revelado em 2014 e já atingiu grandes montadoras, como Honda, Toyota, BMW e General Motors, que precisaram realizar convocações para recall de seus carros - Foto: Divulgação - Foto: Divulgação /Garagem 360/ND

Airbags mortais: Ao menos 16 pessoas morreram por conta das bolsas infláveis defeituosas da empresa japonesa Takata. Os itens projetaram fragmentos contra os ocupantes. O escândalo foi revelado em 2014 e já atingiu grandes montadoras, como Honda, Toyota, BMW e General Motors, que precisaram realizar convocações para recall de seus carros - Foto: Divulgação - Foto: Divulgação /Garagem 360/ND

Honda foi uma das atingidas pelos Itens defeituosos da Takata - Foto: Divulgação - Foto: Divulgação /Garagem 360/ND

Honda foi uma das atingidas pelos Itens defeituosos da Takata - Foto: Divulgação - Foto: Divulgação /Garagem 360/ND

Toyota Corolla: a má fixação do tapete do carro fazia o item deslizar e travar o pedal de aceleração do veículo. Algumas unidades aceleraram sozinhas e causaram acidentes graves. A Toyota convocou mais de 100 mil unidades brasileiras para fazer manutenções no sistema de fixação dos tapetes e explicar a forma ideal de posicioná-los - Foto: Divulgação - Foto: Divulgação/Garagem 360/ND

Toyota Corolla: a má fixação do tapete do carro fazia o item deslizar e travar o pedal de aceleração do veículo. Algumas unidades aceleraram sozinhas e causaram acidentes graves. A Toyota convocou mais de 100 mil unidades brasileiras para fazer manutenções no sistema de fixação dos tapetes e explicar a forma ideal de posicioná-los - Foto: Divulgação - Foto: Divulgação/Garagem 360/ND

Toyota Corolla - Foto: Divulgação - Foto: Divulgação/Garagem 360/ND

Toyota Corolla - Foto: Divulgação - Foto: Divulgação/Garagem 360/ND

Ford F-150: em 2015, a Ford chamou mais de 12 mil unidades para recall por conta de um problema no sistema de direção. A falha podia provocar a perda de controle da caminhonete e causar acidentes graves - Foto: Divulgação - Foto: Divulgação/Garagem 360/ND

Ford F-150: em 2015, a Ford chamou mais de 12 mil unidades para recall por conta de um problema no sistema de direção. A falha podia provocar a perda de controle da caminhonete e causar acidentes graves - Foto: Divulgação - Foto: Divulgação/Garagem 360/ND

Ford F-150 - Foto: Divulgação - Foto: Divulgação/Garagem 360/ND

Ford F-150 - Foto: Divulgação - Foto: Divulgação/Garagem 360/ND

Chevrolet Sonic: logo após o lançamento do modelo nos Estados Unidos, a GM percebeu que mais de quatro mil unidades saíram de fábrica sem as pastilhas de freio. A falha afetava o desempenho do carro e virou motivo de recall - Foto: Divulgação - Foto: Divulgação/Garagem 360/ND

Chevrolet Sonic: logo após o lançamento do modelo nos Estados Unidos, a GM percebeu que mais de quatro mil unidades saíram de fábrica sem as pastilhas de freio. A falha afetava o desempenho do carro e virou motivo de recall - Foto: Divulgação - Foto: Divulgação/Garagem 360/ND

Chevrolet Sonic - Foto: Divulgação - Foto: Divulgação/Garagem 360/ND

Chevrolet Sonic - Foto: Divulgação - Foto: Divulgação/Garagem 360/ND

Volkswagen Fox: mais de 500 mil unidades vendidas no Brasil contavam com um defeito que decepava a ponta dos dedos das pessoas que tentavam rebater os bancos do carro. Isso porque o sistema era um pouco “arisco” e funcionava como uma guilhotina. A montadora convocou o recall, modificou o sistema e incluiu avisos indicando a maneira correta de posicionar as mãos e os dedos durante a ação - Foto: Divulgação - Foto: Divulgação/Garagem 360/ND

Volkswagen Fox: mais de 500 mil unidades vendidas no Brasil contavam com um defeito que decepava a ponta dos dedos das pessoas que tentavam rebater os bancos do carro. Isso porque o sistema era um pouco “arisco” e funcionava como uma guilhotina. A montadora convocou o recall, modificou o sistema e incluiu avisos indicando a maneira correta de posicionar as mãos e os dedos durante a ação - Foto: Divulgação - Foto: Divulgação/Garagem 360/ND

Volkswagen Fox - Foto: Divulgação - Foto: Divulgação/Garagem 360/ND

Volkswagen Fox - Foto: Divulgação - Foto: Divulgação/Garagem 360/ND

Chevrolet Saturn Ion, Pontiac Pursuit, Pontiac G5, Cobalt, Saturn Ion, HHRs, Pontiac Solstice e Saturn Sky: outro caso polêmic é o recall de mais de um milhão de unidades da GM nos Estados Unidos. A montadora demorou mais de 10 anos para divulgar que os veículos tinham um defeito na ignição. A falha está relacionada a cerca de 13 mortes acidentais e rendeu uma multa de US$ 35 milhões à empresa norte-americana - Foto: Divulgação - Foto: Divulgação/Garagem 360/ND

Chevrolet Saturn Ion, Pontiac Pursuit, Pontiac G5, Cobalt, Saturn Ion, HHRs, Pontiac Solstice e Saturn Sky: outro caso polêmic é o recall de mais de um milhão de unidades da GM nos Estados Unidos. A montadora demorou mais de 10 anos para divulgar que os veículos tinham um defeito na ignição. A falha está relacionada a cerca de 13 mortes acidentais e rendeu uma multa de US$ 35 milhões à empresa norte-americana - Foto: Divulgação - Foto: Divulgação/Garagem 360/ND

Chevrolet Cobalt - Foto: Divulgação - Foto: Divulgação/Garagem 360/ND

Chevrolet Cobalt - Foto: Divulgação - Foto: Divulgação/Garagem 360/ND

Fiat Stilo: algumas unidades fabricadas entre 2004 e 2010 tinham um defeito que podia causar a soltura das rodas traseiras durante a condução. Depois do registro de acidentes, a Fiat convocou um recall imediato para substituir o conjunto do cubo da roda. A montadora ainda teve que pagar uma multa de R$ 3 milhões por colocar um produto com defeito de fabricação no mercado - Foto: Divulgação - Foto: Divulgação/Garagem 360/ND

Fiat Stilo: algumas unidades fabricadas entre 2004 e 2010 tinham um defeito que podia causar a soltura das rodas traseiras durante a condução. Depois do registro de acidentes, a Fiat convocou um recall imediato para substituir o conjunto do cubo da roda. A montadora ainda teve que pagar uma multa de R$ 3 milhões por colocar um produto com defeito de fabricação no mercado - Foto: Divulgação - Foto: Divulgação/Garagem 360/ND

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