Cresce o número de construções sustentáveis no Brasil

Atualizado

Sistemas que garantem menor consumo e maior autonomia no fornecimento de água em edificações são uma das tendências mais adotadas nos projetos atuais. Os projetos abrangem empreendimentos de altíssimo padrão até edifícios residenciais, galpões logísticos, shopping centers, lajes de escritório, hospitais, arenas esportivas, dentre outros. A avaliação é do membro do Comitê Diretor da Unidade de Sustentabilidade do CTE (Centro de Tecnologia de Edificações), Wagner Oliveira. “A instabilidade econômica afetou todo o mercado da construção, reduzindo significativamente o número de novas obras. No entanto, a construção sustentável não foi afetada e a demanda por edificações com melhor desempenho e mais sustentáveis tem crescido. Prova disso é que, em 2016, 192 empreendimentos brasileiros foram registrados no USGBC em busca da certificação, o maior número de registrados desde 2012, quando ocorreu o boom do mercado da construção”, afirma.

O Brasil é o 4º país com maior quantidade de projetos certificados ou em processo de certificação LEED, o referencial mais aplicado em todo o mundo.

              LEED – Leadership in Energy and Environmental Design é o sistema de certificação de edificações desenvolvido em 2000 pelo USGBC, United States Green Building Council.

Destaque em sustentabilidade

 A TIM conquistou importantes avanços no cumprimento de metas e na evolução do seu compromisso com a sociedade por meio das iniciativas do Instituto TIM. Um dos destaques foi a mudança da sede da operadora no Rio de Janeiro. No novo endereço, a TIM passou a contar com uma infraestrutura mais eficiente e sustentável. O prédio possui certificado LEED Prata, o que garante, por exemplo, o uso racional dos recursos naturais e a adoção de tecnologias de baixo impacto ambiental. Em apenas seis meses, houve redução de 13% no consumo de energia e de 33% do consumo de água, além de queda das emissões diretas de gases de efeito estufa (GEE). A operadora continua sendo a única empresa do setor de telecomunicações listada no Novo Mercado da Bolsa de Valores de São Paulo (B3) – que exige o nível máximo de governança corporativa – e também a que está há mais tempo na carteira do Índice de Sustentabilidade Empresarial (ISE) da B3, por nove anos consecutivos.

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