Marcos Cardoso

A sociedade da Grande Florianópolis, os eventos culturais e as tradições da região analisadas pelo experiente jornalista Marcos Cardoso.

Dicas de viagem: Puglia, por Anna Maya

Anna Maya na Grotta Palazzese, em Polignano a Mare – Foto: Divulgação/ND

Além das viagens pelo Brasil, Anna Maya aterrissa no exterior duas ou três vezes ao ano em busca de diferentes paisagens, história, arte e cultura. Uma delas é certo que será na Itália, sua paixão. O hobby que alia o prazer de passear, a pesquisa para seu trabalho como arquiteta e a formação pessoal já se estende na família: “meu filho foi educado dentro de museus”. E ela vai registrando tudo com belíssimas imagens em uma conta no Instagram (@viajandonaarquitetura). Veja as suas dicas para quem vai à fascinante região da Puglia, que forma o calcanhar e o salto da “bota” italiana.

-Grotta Palazzese: em Polignano a Mare, vilarejo medieval pontilhado de casas brancas. É uma das mais de 80 grutas do complexo de falésias calcárias de 20 metros de altura no mar Adriático, o mais azul do Sul da Itália. É tão grande que tem um charmoso hotel de 20 quartos e restaurante de fama mundial (o melhor horário é das 19h30 às 21h30). Foi salão de encontro de senhores feudais.

Grotta Palazzese, em Polignano a Mare – Foto: Anna Maya/Divulgação/ND

-San Vito: em Polignano a Mare. No verão, uma tarde é perfeita para tomar sol e nadar à sombra da impressionante abadia barroca construída no século 10. A água é clara e limpa, e o local conta com bons restaurantes, menos movimentados que os do centro histórico. É necessário ir de carro.

Em San Vito, Polignano a Mare – Foto: Divulgação/ND

-Monopoli: comuna cheia de enseadas lotadas de turistas no verão, com destaque à praia de pedras.

Praia de pedras em Monopoli – Foto: Anna Maya/Divulgação/ND

Monopoli – Foto: Anna Maya/Divulgação/ND

-Lecce: cidade conhecida como a Dama do Barroco, tem origem romana e uma de suas atrações imperdíveis é o anfiteatro romano do século 1 A.C.

Lecce, a Dama do Barroco – Foto: Anna Maya/Divulgação/ND

Lecce – Foto: Anna Maya/Divulgação/ND

-Catedral de Ostuni: construída em 1228 em estilo românico e atingida por um terremoto em 1456, recebeu nova fachada em estilo gótico em 1495. Ostuni é chamada de Cidade Branca, pois em meados de 1800 todas as casas foram pintadas com cal após uma epidemia com muitas mortes. Acreditava-se que o cal tinha poder desinfetante.

Catedral de Ostuni – Foto: Anna Maya/Divulgação/ND

Catedral de Ostuni – Foto: Anna Maya/Divulgação/ND

-Alberobello: cidade dos trulli, casinhas precárias e redondas com telhados em pedra que os senhores feudais obrigavam os agricultores a construir para facilitar a demolição em caso de inspeção do reino de Nápoles, que cobrava imposto das novas edificações. Alguns trulli recebiam pinturas com códigos nos telhados para afastar o “mau-olhado”.

Alberobello, cidade dos trulli – Foto: Anna Maya/Divulgação/ND

Em Alberobello – Foto: Divulgação/ND

-Bari: capital da Puglia. Cidade portuária, onde chegam navios de diversos locais, é dividida em Bari Vecchia e Bari Nuova. Das muitas riquezas, estão a Catedral de San Sabino, na Piazza Dell’Odegitria, e a Basílica de San Nicolá, impactante em estilo românico e decoração barroca. O aparente caos característico do Sul da Itália é imperdível.

Catedral de San Sabino, em Bari – Foto: Anna Maya/Divulgação/ND

Bari – Foto: Anna Maya/Divulgação/ND

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