Marcos Cardoso

A sociedade da Grande Florianópolis, os eventos culturais e as tradições da região analisadas pelo experiente jornalista Marcos Cardoso.

Entrevista: Thalita Meneghim

Atualizado

Foto: Victor Zaguini/Divulgação/ND

Artista e comunicadora multimídia, Thalita Meneghim iniciou como atriz de teatro, depois de TV, na qual também foi repórter e apresentadora, e migrou para a internet, onde seu público em peso está concentrado. Agora, paralelamente, vieram o primeiro livro e o primeiro trabalho no cinema. Ídolo da juventude atual, ela nos conta sobre o filme rodado em Portugal e a publicação de poemas que será lançada lá em alguns dias.

A ideia é manter-se na internet e fazer trabalhos esporádicos em outros meios de comunicação?

Depois que conheci o poder da internet, nos meus planos sempre terá ela envolvida. A internet é uma vitrine ótima que, inclusive, me deu muitas oportunidades de trabalhar também fora dela. Com certeza, todos os meus trabalhos têm e vão ter correlação com as redes sociais, pelo fato de meu público estar ali. Ele que dá total sentido aos meus projetos. Então, jamais penso em deixar de mostrar tudo para eles, ler o que eles me dizem e receber o amor e incentivo virtualmente. Eu posso estar em qualquer veículo de comunicação, mas sempre estarei na internet para eles.

Acabaste de voltar ao Brasil, após passar um mês em Portugal, filmando o longa-metragem “A  Última Festa”, de Matheus Souza. Como aconteceu o convite para este que é o teu primeiro trabalho no cinema?

No começo do ano, enquanto escrevia minhas metas – como sempre –, pensei “vou sonhar mais alto dessa vez”, e escrevi “fazer um filme”. E não é que aconteceu? No segundo semestre, recebi um convite para fazer um teste. Encontrei o Matheus, fiz o teste e, para minha felicidade, passei! Entrei com o pé direito para mais essa realização, e pretendo viver muito isso ainda, pois também sempre foi um sonho meu.

Thalita Meneghim em cena do filme “A Última Festa”, de Matheus Souza – Foto: Matheus Souza/Divulgação/ND

O enredo do filme (mix de comédia, drama e romance) se desenrola num baile de formatura da escola, onde histórias paralelas se interligam. Qual a tua personagem e qual episódio protagonizas?

No filme existem quatro protagonistas. A minha personagem, Bianca, é um deles. Durante todo o enredo vai contando a história dela e dos outros três amigos. Muitas surpresas acontecem!

Lançarás em breve o teu primeiro livro, “É pra Ele, mas Pode Levar”. Declaraste que jamais pensou em escrever um livro e que, se o fizesse, não seria sobre o tema contido nele, um amor de verão. O que te moveu a publicar o que não era para vir a público?

Eu digo que o livro me veio como um presente. Caiu nas minhas mãos. Minha intenção não era, de fato, escrever um livro e, sim, mandar poemas apaixonados pra “ele” – por quem me apaixonei e vivi um romance de verão. Porém, quando vi, tinham muitos e pensei “por que não espalhar amor por aí?”. Compartilhar uma história bonita só faz bem. Apesar de ser uma exposição, é sobre amor. E não existe contraindicação. É uma das coisas mais sinceras que já fiz. Escrevi tudo dentro do meu quarto, exatamente no momento em que estava sentindo vontade de escrever aquilo. Sem expectativas, sem interferências, apenas sentindo. O livro é completamente independente, não estará nas livrarias. Quis fazer isso para eu ter total controle do que ia acontecer. Para eu saber quem levou. Para eu entregar em mãos ou sair do meu próprio site. Acredito que tudo que é verdadeiro faz sentido. Por isso, quis compartilhar esse recorte da minha vida para quem me acompanha.

Capa do livro “É pra Ele, mas Pode Levar” – Foto: Victor Zaguini/Danka Umbert/Arivassa/Divulgação/ND

A primeira sessão de autógrafos do livro será no dia 14 de dezembro, em Lisboa. No dia seguinte, em Porto. O lançamento em cidades brasileiras começara só no dia 18, por São Paulo. Por que iniciar por Portugal?

O livro é sobre 112 dias que eu vivi uma história de amor com “ele”. E começou a ser escrito após o último abraço que demos antes ”dele” ir embora para Portugal, mais precisamente Lisboa. Então, é um lugar marcante pra nós. Nenhum lugar faria mais sentido para lançar o livro oficialmente.

O vínculo já criado com o público português pode ser o indicativo de uma possível mudança temporária de país, a exemplo de outros artistas brasileiros que passam longas temporadas trabalhando lá?

Portugal é incrível! Todos têm me tratado com tanto amor que pretendo voltar muitas vezes, mas não está nos planos mudar de país.

Foto: Leo Cardoso/Divulgação/ND

Há previsão para o lançamento do livro na Grande Florianópolis?

Sim! Dia 12 de Janeiro. Vai ser em uma sala de cinema, bem diferente. Estou ansiosa!

A pré-venda inicia no dia 1° de dezembro. Como proceder para garantir o exemplar?

Além dos eventos de lançamento, onde visitarei algumas cidades para entregar o livro em mãos, faremos a venda online exclusivamente através do meu site oficial, thalitameneghim.com.br, a partir das 12h do dia 1°.

Além do Depois das 11 (canal no Youtube com mais de três milhões de inscritos), do Canta Lá (projeto com amigos cantores no teatro), do Aniversário do Bem (com renda revertida ao Instituto Hope House), do livro e do filme, vem mais novidade por aí?

Não paro um minuto de pensar em coisas novas, que me desafiem, que vão me fazer feliz e a galera que me acompanha também. Então, com certeza, virão novidades. 2020 vai ser um ano de muito trabalho! Para saber tudo é só me seguir no Instagram (@thalitameneghim) que eu conto tudo lá!

Um das edições do projeto Canta Lá – Foto: Natália Odenbreit/Divulgação/ND

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