Marcos Cardoso

A sociedade da Grande Florianópolis, os eventos culturais e as tradições da região analisadas pelo experiente jornalista Marcos Cardoso.

Saudades da bala queimada?

Atualizado

Foto: Divulgação/ND

Puxei o assunto na internet e foram muitos os comentários de lembrança sobre a famosa bala queimada que lambuzou gerações de manezinhos e não existe mais.

Daquela preta como carvão, embrulhada apenas em um simples quadrado de papel branco, que não raramente manchava os uniformes e as mochilas do colégio.

Feita de melado e amendoim, era dura igual a pedra e, ao derreter dentro da boca, acimentava-se nos dentes.

Muita gente perdeu restauração, quando não parte do próprio dente ou ele inteiro por causa dela.

Depois de cerca de quatro décadas, a produção parou em 2018, devido ao aumento do calor que inviabiliza o armazenamento do doce, pois não levava conservantes e derretia em pouco tempo.

A bala, já com outros tamanho, formato e embalagem, era fabricada pela empresa de Augusto Schütz, a mesma que produz a bala de coco Dalva. Ficava na Capital, na rua Almirante Lamego, e hoje está sediada em Biguaçu.

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