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Supermercados catarinenses não devem absorver aumento do ICMS

Atualizado

O corte dos incentivos (foto)

Em comunicado aos supermercados associados, o presidente da Acats (Associação Catarinense de Supermercados) Paulo Cesar Lopes, admitiu que o setor não terá condições de absorver o aumento do ICMS (Imposto sobre Circulação de Mercadorias e Serviços) ocasionado pelo corte dfos incentivos fiscais oferecidos pelo Estado.

Reajustes devem ser sentidos em produtos da cesta básica Divulgação/ND

“Sempre que temos uma situação de elevação da carga tributária isso acaba impactando na formação de preços, resultado dos impactos na cadeia que abastece o setor.O setor supermercadista não tem como absorver o aumento da carga tributária e repassa as variações, quando elas ocorrem, tanto para mais como para menos, e é a partir daí que os consumidores passam a ter contato com novas situações de preços. Isso também ocorre nas sazonalidades da produção agropecuária, em especial os hortifrutigranjeiros”, comentou.

No comunicado a Acats alerta que, a partir de 01/08/2019, por conta do fim da vigência da Lei Estadual nº 17.720/2019, várias mercadorias que estavam na “cesta básica” disposta no artigo 11 do Anexo 2 deixaram de ter o percentual de 7% e passam a ter uma nova tributação, de 12% ou de 17% e orienta sobre a necessidade das empresas associadas atualizem seus cadastros de mercadorias, nos seus sistemas, evitando dissabores futuros.

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