Paulo Alceu

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Decisão do TCE pode complicar ainda mais a vida do governador Moisés

Atualizado

O julgamento sobre a verba de equivalência dos procuradores do Estado com os procuradores da Assembleia Legislativa, que foi adiada várias vezes, está na pauta desta segunda-feira (11).

O Corpo Técnico do Tribunal de Contas do Estado já se manifestou pela ilegalidade do pagamento. Desde outubro do ano passado, o governo disponibiliza mais de R$ 800 mil por mês para esse reajuste.

Efetuou, inclusive, pagamento retroativo, que representa mais de R$ 8 milhões, mas que acabou desautorizado por meio de liminar judicial. Caso os conselheiros decidam pela ilegalidade, essa sentença estará diretamente ligada a possível reabertura do processo de impeachment do governador Carlos Moisés.

O processo acaba atingindo também a vice-governadora e o secretário de administração, todos por crime de responsabilidade.

Esse pedido de impeachment foi engavetado pelo presidente da Alesc (Assembleia Legislativa de Santa Catarina), Júlio Garcia. Porém, um recurso foi encaminhado pelo líder da oposição, Ivan Naatz. Ele solicita à Mesa Diretora que retome o processo. Dependerá, no entanto, de decisão do Tribunal de Contas. A semana começa fervilhando.

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