Sucesso de público, Massa Solidária teve como principal tempero a solidariedade

O público ultrapassou as 1.000 pessoas, o que fez com que os organizadores considerassem esta a melhor edição da Massa Solidária. Ao preço de R$ 60, quem foi ao almoço se deliciou com massas e molhos, mas também ajudou os jovens do Mocotó

A sétima edição da Massa Solidária, evento beneficente que arrecada recursos para a manutenção da Acam (Associação de Amigos da Casa da Criança e do Adolescente do Morro do Mocotó), foi um sucesso. Unidos em volta das mesas, homens, mulheres, crianças e idosos trouxeram para o almoço de domingo um tempero de solidariedade que vai ajudar e muito as 200 crianças atendidas pelo projeto. A realização da Massa Solidária foi da Acam e da RICTV Record.

Eduardo Valente/ND

Quem foi ao almoço se deliciou com massas e molhos, mas também ajudou os jovens do Mocotó

O público ultrapassou 1.000 pessoas, o que fez com que os organizadores considerassem esta a melhor edição da Massa Solidária. Ao preço de R$ 60, quem foi ao almoço se deliciou com massas e molhos, mas também ajudou os jovens do Mocotó que participam da Acam – para onde toda a renda foi revertida. “A comida estava deliciosa, e ainda por cima a causa é nobre, pois ajuda os mais frágeis, as crianças carentes”, comentou Carlos Faria, 73.

Coordenador do evento, Ricardo Bastos Ferreira, o Caco, era só alegria ao comentar os números da Massa Solidária, que superou a expectativa da organização e lotou o estacionamento do Centro de Eventos da ACM (Associação Catarinense de Medicina), na SC-401, no Saco Grande, Norte da Ilha. “Foi a melhor Massa Solidária da história, uma festa muito bonita. Cada vez o evento cresce mais, principalmente pelo apoio maciço da população e dos nossos apoiadores”, disse Caco.

O padre Vilson Groh, idealizador do evento e coordenador do instituto que leva seu nome – constituído por sete organizações, entre elas a Acam -, não esteve presente na Massa Solidária por estar num retiro espiritual. Outras pessoas, no entanto, fizeram questão de lembrar a importância do religioso para o evento, como foi o caso do deputado federal Esperidião Amin (PP), que prestigiou o almoço. “É um evento social, filantrópico e gastronômico, na qual o mote principal é ajudar o próximo, algo que o padre Vilson sempre fez”, observou.

Menino do Mocotó

Tímido, o pequeno José Vitor de Pinho, o Vitinho, frequenta a Acam durante o contraturno escolar, no período da tarde. Aos oito anos, o menino está há três participando do projeto, onde pegou gosto por desenhar, pintar e jogar futebol.  No almoço de domingo, a criança ansiava por se deliciar com um prato de spaghetti com algum dos 27 molhos disponíveis na Massa Solidária, na companhia da mãe e das professoras da Acam. “Vou comer massa e refrigerante”, disse o menino que mora no Mocotó.

Sua mãe não cansava de elogiar o trabalho desenvolvido na Acam. Segundo Ivonete Abreu, 46, seu filho dá muita atenção às brincadeiras com material reciclável, como garrafas pet, tampinhas e sacos de pão na associação. “Ele adora montar campinhos de futebol nas tarefas, montando também os jogadores e a bola”, contou.

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