Dodô só quer falar de renovação com o Santos após o fim do Brasileirão

Lateral-esquerdo está emprestado pela Sampdoria ao Peixe até o fim da temporada e só quer tratar de uma possível renovação após lutar por uma vaga na Libertadores de 2019

Feliz no Santos, Dodô quer concentrar seus esforços no Brasileirão (Foto: Pedro Ernesto Guerra Azevedo/Santos)
Feliz no Santos, Dodô quer concentrar seus esforços no Brasileirão (Foto: Pedro Ernesto Guerra Azevedo/Santos)

Emprestado pela Sampdoria, da Itália, até o fim da temporada, o lateral-esquerdo Dodô ainda não foi procurado pelo Santos para tratar de renovação ou de compra, mas prefere só falar do assunto após o término do Campeonato Brasileiro, no dia 2 de dezembro. Aos 26 anos, o jogador tem valor de compra fixado no contrato de empréstimo, mas levantou a possibilidade do vínculo ser estendido pelo Alvinegro junto ao clube italiano.

Ciente dos problemas do Peixe, citou até a chance de não ter sido buscado pelo clube ainda pelas questões políticas que agitam os bastidores – o impeachment do presidente Peres será votado na próxima segunda-feira, na Vila Belmiro, pelos conselheiros do clube. O valor de compra fixado é de pouco mais de 1,5 milhão de euros (aproximadamente R$ 6 milhões).

– Santos não me procurou, nem nenhum outro clube como saiu por aí. Era um momento tão importante de decisões e todos estávamos concentrados nisso. Com esse problema político, pode ser por isso que ninguém procurou (do Santos). Há mais alguns meses, eu me sinto mais confortável em falar depois do fim do campeonato. Quero focar no treino e no jogo. É um ano que temos objetivo de chegar na Libertadores, para o clube seria muito importante. Se eu tiver que conversar pelo empréstimo ou definitivo, prefiro fazer depois do campeonato – ponderou o jogador, durante entrevista coletiva na Vila Belmiro, nesta terça-feira.

Satisfeito com a arrancada do Santos na temporada, Dodô classificou a vitória contra o Cruzeiro, em Minas Gerais, como um divisor de águas para o elenco. Mesmo com a posterior eliminação da Copa do Brasil, nos pênaltis, o lateral acredita que foi aquele jogo que deu gás suficiente para o Santos conseguir manter a evolução no ano.

– O cenário era o pior possível, perdemos em casa, tomamos gol no começo, Mineirão lotado, e conseguimos virar e levar para os pênaltis. Reação foi muito importante e fez grupo acreditar. Ganhar lá numa competição de mata-mata, emocionalmente é uma partida a parte, foi divisor de águas e vimos que dava para brigar de frente com os times da ponta. Sobre atuações, mantive regularidade muito boa. Estou contente com minha temporada – finalizou.

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