ENGIE apoia a manutenção de empregos na área cultural durante a pandemia

A Companhia fez questão de manter os investimentos em projetos culturais, mas com incentivo à realização de eventos de forma remota, com total segurança para todos

A área cultural é uma das que mais sentiram os efeitos da crise causada pela pandemia da Covid-19. Em grande parte do País, equipamentos culturais como cinemas, teatros e museus seguem fechados desde o mês de março. E muitas produções culturais foram canceladas ou adiadas.

Bastante relevante para a economia do Brasil, o setor cultural emprega cerca de 5 milhões de pessoas e movimenta mais de R$ 200 bilhões por ano, segundo dados do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE). Além do aspecto econômico, a arte cumpre uma importante função social para a formação educacional e cultural dos cidadãos.

Camerata de Florianópolis – Foto: Felipe Coelho e Camerata/Divulgação.

No contexto da pandemia, a ENGIE Brasil Energia estabeleceu como um dos focos principais o apoio à manutenção de empregos, formais e informais, e ocupações de profissionais da área cultural, por meio da realização de projetos patrocinados pela empresa. “A Companhia fez questão de reafirmar e manter para este ano a parceria com os projetos culturais que patrocina, incentivando a continuidade dos trabalhos desenvolvidos, mas de forma remota, com total segurança para todos”, destaca Júlio César Lunardi, diretor administrativo da empresa.

Camerata de Florianópolis – Foto: Concerto Barroco/Divulgação.

A ENGIE tem tradição em patrocinar uma série de projetos culturais, como a Mostra de Cinema Infantil de Florianópolis, a Camerata de Florianópolis, o Dança em Trânsito, o Festival Social Good Brasil, a Aliança Francesa e Escola do Balé Bolshoi. São iniciativas que geram uma série de sentimentos e reações, como emoção, orgulho, vitórias, sorrisos e aplausos – ou seja, essenciais para a manutenção da saúde mental em tempos de necessidade de isolamento social.

“A empresa entende que, nesse momento, levar cultura para a casa das pessoas, de maneira segura, é uma das alternativas para ajudar na superação da crise provocada pela pandemia”, avalia Lunardi

Garantia de empregos e renda em meio à crise causada pela Covid-19 

Em 2019, a ENGIE Brasil Energia apoiou 64 projetos culturais, com investimento de mais de  R$ 9 milhões e um público de cerca de 9 milhões de pessoas. Para 2020 já foi efetivado o patrocínio de 12 projetos culturais incentivados e aporte de R$ 2,9 milhões. Pelo menos 120 empregos serão impactados positivamente pelo investimento da Companhia em seis projetos culturais incentivados pela Lei de Incentivo à Cultura, totalizando R$ 609 mil. São produtores, músicos, coreógrafos, dançarinos, tradutores, cantores e profissionais da cultura que seguem trabalhando e promovendo a cultura brasileira, com reflexo indireto também no pagamento de fornecedores.

Todos os proponentes se adequaram ao cenário atual e desenvolveram plataformas virtuais para substituir os eventos presenciais. “Neste sentido, a ENGIE pretende desmotivar a realização de eventos presenciais, que promovam reunião de muitas pessoas juntas, o que iria em desencontro à postura indicada pelos especialistas da área de saúde, que é a de garantir a segurança da saúde de todos”, ressalta o diretor. A contrapartida solicitada pela Companhia para manter o apoio aos projetos é que os agentes culturais realizem pelo menos uma ação de sensibilização e conscientização de combate à Covid-19.

Festival online de dança gerou mais de 5 mil visualizações

O “Festival Dança em Trânsito”, por exemplo, tradicional evento de dança contemporânea, foi realizado no mês de agosto em edição online e 100% gratuita. A etapa virtual do festival internacional, que envolveu 739 participantes de 68 cidades e 18 países, contabilizou mais de 5 mil visualizações ao vivo no YouTube, Zoom e Instagram. Durante o festival, foram oferecidas oficinas online e gratuitas de dança, ministradas por convidados do Brasil e do exterior. E assim como nos anos anteriores, o “Dança em Trânsito”, realizou as Oficinas de Criação para jovens dos Centros de Cultura e Sustentabilidade apoiados pela ENGIE de cidades com poucas oportunidades e distantes dos grandes centros, nos municípios de Minaçu (GO), Capivari de Baixo e Alto Bela Vista, em Santa Catarina, e Entre Rios do Sul (RS)

Em tempo de pandemia, com a perspectiva de aumento no número de desempregados, a ENGIE Brasil Energia entende que é o momento de se manter, sempre que possível, as pessoas empregadas, gerando renda e oportunidades. Durante o primeiro semestre do ano, a empresa aumentou o número de funcionários, passando de 1.386 para 1.575 pessoas, devido a manutenção do seu audacioso plano de investimentos para o biênio de 2020/21, mostrando a confiança da companhia no seu papel de propulsora de desenvolvimento da infraestrutura de energia no Brasil.

E assim como na área cultural, a empresa vai manter os investimentos comprometidos em obras e projetos para 2020 e 2021, que são importantes neste momento de crise para o Brasil gerar empregos e renda, bem como melhorar a qualidade e quantidade da oferta de energia, sobretudo oriunda de fontes renováveis. “A Companhia respondeu muito bem e rapidamente à pandemia da Covid-19, buscando a saúde e segurança de todos, a garantia da operação dos ativos e da implantação de novas obras, além das suas atividades comerciais. Mas isso apenas não bastava. Precisávamos, ainda, socorrer as pessoas mais afetadas, diversas campanhas de apoio a comunidades foram desenvolvidas, hospitais tiveram aportes de equipamentos e doações em espécie, cestas básicas distribuídas, e projetos sociais mantidos. Tínhamos que exercer nosso papel social ante a forte crise que nos abalou”, acrescenta o diretor-presidente e de Relacionamento com Investidores da ENGIE Brasil Energia, Eduardo Sattamini.

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