Cacau Menezes

Apaixonado pela sua cidade, por Santa Catarina, pelo seu país e pela sua profissão. São 45 anos, sete dias por semana, 24 horas por dia dedicados ao jornalismo


Os jovens de Floripa nascidos aqui não conhecem nada do centro da cidade

Faltam atrativos, interesse e vida noturna

Flash mob pela paz reuniu mais de 200 bailarinos em frente à Catedral Metropolitana – Foto: Flávio Tin/NDFlash mob pela paz reuniu mais de 200 bailarinos em frente à Catedral Metropolitana – Foto: Flávio Tin/ND

Nota publicada na última segunda-feira na minha coluna no ND recebendo colaborações: “Tenho conversado bastante, como sempre fiz, com os jovens de Floripa e descobrindo que a maioria com menos de 25 anos não conhece nada do centro da cidade. Ruas , prédios históricos, praças, clubes, patrimônio público, lugares que foram sucesso num passado não muito distante. Alguns não sabem nem onde fica a rua Felipe Schmidt. Lamentável. Tenho conversado bastante, como sempre fiz, com os jovens de Floripa e descobrindo que a maioria com menos de 25 anos não conhece nada do centro da cidade. Ruas , prédios históricos, praças, clubes, patrimônio público, lugares que foram sucesso num passado não muito distante. Alguns não sabem nem onde fica a rua Felipe Schmidt. Lamentável.
Leitora e advogada Elza Galdino achou oportuna a nota sobre a indiferença e o desconhecimento do jovem de Floripa com seu histórico e prazeroso centro da cidade, dando maciça preferência as praias e ao bairro onde moram. Diz ela” Resolver é fácil: basta as escolas incluírem entre as tarefas a pesquisa sobre a cidade em que vivemos. Como dizia Tolstói: “Se queres ser universal, canta a tua aldeia” ou, em outra versão, “Se queres ser universal, começa por pintar a tua aldeia.”, é a dica de Elza.
Ai hoje chegaram mais duas: “Querido amigo, a tua nota sobre o Centro Histórico foi certeira. Como dizia Miguel Torga “o universal é o quintal sem muros”, um aforismo clássico de Tolstói. Que bom que a Dra Elza Galdino se manifestou com absoluta propriedade. Palavras que corroboro no ato. Leila Nunes”.
Já o leitor José Rui Soares sugere: “para dar mais vida ao centro a Prefeitura, via vice prefeito, que possui suas empresas no centro, poderia lançar um programa de transformação de antigos hotéis (Royal, Luz, Querência, entre outros) em ” lofts “, povoaria o centro e tornaria a mão de obra mais barata uma vez que morando no centro estaria dispensada do vale e do transporte.”

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