Cacau Menezes

Apaixonado pela sua cidade, por Santa Catarina, pelo seu país e pela sua profissão. São 45 anos, sete dias por semana, 24 horas por dia dedicados ao jornalismo


Uma nova versão da Lei Rouanet no governo Bolsonaro

Seria uma boa

Bolsonaro dando autógrafos em praia de São Francisco do Sul – Foto: Fabio Santos/Divulgação/NDBolsonaro dando autógrafos em praia de São Francisco do Sul – Foto: Fabio Santos/Divulgação/ND


A desvirtuada Lei Rouanet, criada por Sérgio Paulo Rouanet, Secretário da Cultura no Governo Collor, pode ser inspiração para outra lei; só que desta feita sem a esbórnia de shows intitulados eventos culturais. Raciocínio é do leitor e amigo Ernani Vilela lá da sua pracinha do Agapito:  “Ora, entre os 220 milhões de brasileiros, é muito provável que existam talentos  anônimos, carentes de recursos ou de comunicação. Por isso, o Ministro da Ciência e Tecnologia poderia criar a Lei Marcos Pontes, ou simplesmente Lei Astronauta, para patrocinar projetos científicos nos mesmos moldes pretendidos pela Lei Rouanet antes de ser desvirtuada. Talvez, um ou mais cérebros  criativos, com válidas intuições, deduções e induções possam criar fatos científicos relevantes, inclusive remédios e vacinas para os terríveis males que afligem o sistema social do Brasil.  Bolsonaro, com seus milhões de apoiadores, tem condições para criar uma campanha de doações para a população carente. Patrioticamente similar àquela campanha de doações durante o Regime Militar; até mais vultosa. Basta criar depósitos para distribuição de cestas básicas ou vales financeiros, com firme administração que poderá ser militar (cestas básicas) ou em agências bancárias (vales financeiros). A logística poderá ser apoiada nos quartéis com distribuições nos estádios, por exemplo”.
É claro que o combate à pandemia exige fraternidade – e o Governo Federal tem meios para exigir das classes abastadas essa essencial cooperação