Corte de juros básicos é mais uma razão para investir no consórcio de imóveis

Mínima histórica de 2% ao ano da Selic impacta positivamente em investimentos no produto, que bate recordes de crescimento no Brasil

Avelino Andrade, Diretor Comercial da Ademilar – Foto: Valterci Santos

Os números vêm mostrando aquilo que muitos especialistas em investimentos financeiros já sabiam. Mesmo com as notícias sobre a economia, diante da maior crise sanitária da história contemporânea e suas consequências no setor, o consórcio imobiliário é um produto que só cresce.

O corte de juros básicos pelo Comitê de Política Monetária (Copom) do Banco Central (BC) anunciado em agosto, em 0,25%, só reforça o quanto o consórcio é uma opção atrativa de investimento.  Em sua nona redução consecutiva, a Selic caiu de 2,25% para a nova mínima histórica de 2% ao ano. E no que isto impacta, quando se trata de consórcios?

“O consórcio de imóveis é um produto polivalente e eficiente. Mesmo com as mudanças na taxa básica de juros, para baixo ou para cima, continua sendo um excelente negócio”, garante o diretor comercial da Ademilar Consórcio de Imóveis Avelino Andrade. Ele circula pelo eixo Rio-São Paulo e percebe no mercado de grandes investidores o incrível crescimento do produto.

Segurança, em altos e baixos do mercado

Andrade explica que, se a taxa de juros básicos estiver em baixa, isto afeta a renda fixa, o CDI – Certificado de Depósito Interbancário, que é atrelado à Selic, a taxa média ajustada dos financiamentos diários, apurados no Sistema Especial de Liquidação e de Custódia para títulos federais.

“Quem tem aplicações em CDB, e nos demais títulos de renda fixa, como LCI, LCA, com certeza tem dificuldades em ver o caixa crescer. Então, esses investidores tendem a buscar outros tipos de investimentos”, diz Andrade.

“Hoje, mais ainda, as pessoas estão olhando o investimento em imóvel com bons olhos. Por quê? Porque é seguro, rentável e, com o consórcio, pode-se construir um patrimônio de forma mais econômica”, explica o diretor comercial da Ademilar.

Exemplifica Andrade, que muitos fundos de previdência estão atrelados à renda fixa. A pessoa que contratou estes produtos há anos, quando a taxa básica estava muito alta, vai fazer as contas hoje e reavaliar o investimento, porque pode estar perdendo dinheiro. Então, investir no consórcio é uma ótima saída.

O diretor comercial da Ademilar explica ainda o outro lado da taxa básica de juros. Por que também seria bom para o consórcio, ela estar alta? “Porque o custo do consórcio é baixo e parte mais para um viés de crédito, e o custo de capital no mercado está altíssimo”, ressalta.

Crescimento constante

“Na longa e bem-sucedida história de quase 30 anos da Ademilar, nós assistimos várias crises no mercado financeiro, e a marca só cresceu. Cresce por oferecer um produto seguro, previsível e com alternativa de uso que poucos produtos oferecem, devido à sua versatilidade”, analisa o diretor comercial Avelino Andrade.

“Algumas pessoas questionam o consórcio, mas fazem isso porque não conhecem o produto. Acham que não é um investimento, mas você está ganhando o tempo todo com ele. Existem inúmeras possibilidades, seja de aposentadoria imobiliária ou mesmo como seguro de vida”, diz o diretor.

Ademilar bate recordes de vendas em 2020

Em junho deste ano, a Ademilar registrou um aumento de 67,62% no volume de créditos comercializados em comparação ao mesmo mês de 2019. A previsão de crescimento para todo 2020 é de 22%, em relação ao ano passado.

Somente em Santa Catarina, existem atualmente 16 unidades de negócio da marca. No primeiro semestre deste ano, em comparação ao mesmo período de 2019, houve um aumento de quase 10% no volume de créditos comercializados no estado.

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