Moacir Pereira

Notícias, comentários e análises sobre política, economia, arte e cultura de Santa Catarina com o melhor comentarista politico de Santa Catarina. Fundador do Curso de Jornalismo da UFSC. Integrante da Academia Catarinense de Letras e do Instituto Histórico e Geográfico de Santa Catarina, é autor de 53 livros publicados.


Grupo CCR conquista concessão do aeroporto de Navegantes

Leilão foi realizado hoje em São Paulo. Fiesc comemora

A CCR, empresa que administra a BR-101 sul e vários aeroportos em outros países, venceu o leilão de concessão do aeroporto de Navegantes.   A nova concessinária terá que realizar investimentos em Navegantes de R$ 583 milhões, equivalente a R$ 19,4 milhões por ano ao longo dos 30 anos da concessão.

Investimentos novos nos próximos 30 anos – Foto: ArquivoInvestimentos novos nos próximos 30 anos – Foto: Arquivo

Fundado em 1999, o grupo CCR controla mais de 3 mil quilômetros de rodovias em estados como São Paulo, Rio de Janeiro, Paraná e Mato Grosso do Sul, além do trecho Sul da BR-101, em Santa Catarina. Em 2012, iniciou a atuação no setor aeroportuário por meio de participações nas concessionárias que operam os aeroportos internacionais de Quito (Equador), San Jose (Costa Rica) e Curaçao (Caribe).

Segundo nota divulgada pela Fiesc. “no leilão desta quarta-feira foram ofertados na bolsa 22 terminais agrupados em três blocos: Central, Norte e Sul. Com isso, ficaram garantidos os investimentos de R$ 6,1 bilhões previstos, sendo R$ 2,85 bilhões no bloco Sul, R$ 1,8 bilhão no Central e R$ 1,48 bilhões no Norte. A arrecadação ao governo em outorgas chegou a R$ 3,3 bilhões. Os blocos Central, formado por Goiânia (GO), Palmas (TO), São Luís (MA), Imperatriz (MA), Teresina (PI) e Petrolina (PE) e Sul, com Curitiba (PR), Foz do Iguaçu (PR), Londrina (PR), Bacacheri em Curitiba (PR), Navegantes (SC), Joinville (SC), Pelotas (RS), Uruguaiana (RS) e Bagé (RS) ficaram com Companhia de Participações em Concessões, que ofereceu R$ 754 milhões para o bloco Central e R$ 2,1 bilhões para o Sul. Os ágios em relação aos lances mínimos (R$ 8,14 milhões no primeiro e R$ 130,20 milhões no segundo) ficaram em 9.156,01% e 1.534,36%, respectivamente.”

Na avaliação da FIESC,  o modelo de concessão utilizado incorporou elementos contemporâneos baseados no direito consuetudinário (baseado em costumes e não necessariamente formalizado nas leis) e experiências acumuladas em vários aeroportos no mundo e no Brasil, cujas demandas e expectativas sem lastro, criaram efeitos negativos na segurança jurídica e na concretização dos investimentos previstos, afetando a qualidade dos serviços, a satisfação das comunidades do entorno e os usuários em geral.

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