Saiba o que é, quem deve receber e qual será o valor do Auxílio Brasil lançado nesta terça

Cerca de 17 milhões de brasileiros devem receber o novo benefício; regras do programa serão oficialmente anunciadas e passam a valer a partir de novembro

O presidente Jair Bolsonaro deve lançar nesta terça-feira (19) o Auxílio Brasil, programa que substituirá o Bolsa Família. Com isso, cerca de 17 milhões de brasileiros vão receber um benefício médio de R$ 400 reais. As regras para o benefício serão oficialmente anunciadas durante o lançamento e devem começar a valer a partir de novembro.

Governo deve anunciar Auxílio Brasil nesta terça-feira (19) – Foto: Marcello Casal Jr/Agência Brasil/NDGoverno deve anunciar Auxílio Brasil nesta terça-feira (19) – Foto: Marcello Casal Jr/Agência Brasil/ND

Atualmente, o Bolsa Família atende 14 milhões de pessoas e paga em média R$ 190. Conforme Bolsonaro disse ao Blog do Nolasco, “O que foi acertado é que o Bolsa Família, que agora é Auxílio Brasil, seja de no mínimo R$ 400 até o fim do ano que vem. Isso foi acertado aqui”, garantiu.

Extensão do Auxílio Emergencial

As vésperas do lançamento do Auxílio Brasil, o presidente da República, afirmou, nesta segunda-feira (18), que o Executivo vai resolver a extensão do auxílio emergencial ainda nesta semana.

De acordo com Bolsonaro, o valor do benefício, não explicitado por ele, foi decidido em reunião no último sábado (15) com os ministros Paulo Guedes, da Economia, e João Roma, da Cidadania.

“Se Deus quiser, resolveremos essa semana a extensão do auxílio emergencial”, disse o presidente na cerimônia de lançamento do programa Jornada das Águas, em São Roque de Minas (MG).

Atualmente, o auxílio emergencial paga de R$ 150 a R$ 375 mensais. “Devemos resolver também esta semana a questão do preço do diesel”, acrescentou Bolsonaro, também sem detalhar de que forma o governo lidará com a questão.

Criado para amortecer os impactos econômicos da Covid-19 sobre os mais vulneráveis, o auxílio emergencial vence em outubro. No entanto, a equipe econômica é contra a extensão por se tratar de uma despesa extraordinária que fica fora da regra do teto de gastos.

*Com informações do portal Estadão e Blog do Nolasco.

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