Ministra da Agricultura vai visitar fazenda afetada pela seca em Chapecó 

Tereza Cristina está acompanhada do secretário de Política Agrícola, Guilherme Batos, do presidente do Conab, Guilherme Ribeiros, além de outras autoridades do agronegócio

A ministra da Agricultura, Pecuária e Abastecimento, Tereza Cristina, visitará uma das propriedades afetadas pela seca no município de Chapecó, no Oeste do Estado, nesta quarta-feira (12).

Ministra visitou Santo Ângelo (RS) nesta manhã de quarta-feira — Foto: Guilherme Martimon/MAPA/NDMinistra visitou Santo Ângelo (RS) nesta manhã de quarta-feira — Foto: Guilherme Martimon/MAPA/ND

O objetivo da visita é analisar a situação crítica gerada pela estiagem que levou o prefeito João Rodrigues (PSD) a decretar situação de emergência. Além de Chapecó, que soma prejuízos entorno de R$ 60 milhões, outras cidades da região também sofrem com a seca.

Tereza Cristina chegou a Chapecó por volta das 14h em voo da FAB (Força Aérea Brasileira). Ela estava acompanhada do secretário de Política Agrícola, Guilherme Batos, do presidente do Conab, Guilherme Ribeiros, do presidente da Embrapa, Celso Moretti e outras autoridades do estado e município.

Em Chapecó, a ministra vai visitar uma propriedade rural afetada pela estiagem na linha Rodeio Bonito, no interior do município, por volta das 15h30. Às 17h, está marcada uma reunião com lideranças da região no Centro de Cultura e Eventos, no Centro. Prefeitos e líderes do agronegócio devem participar de um evento.

A ministra e a comitiva vão pernoitar em Chapecó em um hotel de luxo com diária entre R$ 195 a R$ 218. A equipe deve embarcar para Cascavel (PR) às 8h desta quinta-feira (13).

Estiagem em SC

A estiagem é causada pelo baixo volume de chuvas nas regiões Extremo- Oeste, Oeste e Meio-Oeste de Santa Catarina. A média atual de precipitações nesses locais é de, respectivamente, 20, 31 e 46 milímetros. Sendo que o esperado seria uma média em torno de 150 mm.

A principal preocupação do setor produtivo é a quebra na safra de milho, tanto milho grão quanto silagem, que deve impactar diretamente as cadeias produtivas de carne e leite.

De acordo com as informações da Epagri/Cepa, a colheita estadual deve ter uma redução de 12,2%, sendo que nas regiões Oeste e Extremo-Oeste algumas lavouras tiveram perdas de até 50%. Até o momento, as perdas são avaliadas em R$ 1,2 bilhão no meio rural catarinense.

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Economia SC

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