Moacir Pereira

Notícias, comentários e análises sobre política, economia, arte e cultura de Santa Catarina com o melhor comentarista politico de Santa Catarina. Fundador do Curso de Jornalismo da UFSC. Integrante da Academia Catarinense de Letras e do Instituto Histórico e Geográfico de Santa Catarina, é autor de 53 livros publicados.


Presidente da Fiesc critica Celesc por morosidade e dificuldades da construção civil

Setor da construção civil tem reclamações fortes e amargas contra Celesc

O presidente da Fiesc, Mário Cezar de Aguiar, enviou documento ao presidente da Celesc, Cleito Martins, com fortes críticas da Câmara da Indústria da Construção pela atuação lenta e burocrática da estatal. Afirma que o setor da construção civil tem “dificuldades em todo o Estado com vários serviços”.

Relaciona:  “Lentidão na análise e aprovação de projetos, descumprimento de prazos, descumprimento dos praos de ligação definitiva de edificações, dificuldades de atendimento, falta de acesso as informações sobre processos, morosidade no agendamento de vistorias e diretrizes confusas das agências regionais”.

O documento

A íntegra da manifestação:

“Cumprimentando-o cordialmente, a Federação das Indústrias do Estado de Santa Catarina – FIESC, por meio da sua Câmara de Desenvolvimento da Indústria da Construção – CDIC, gostaria de agradecer a disponibilidade da equipe CELESC em reunião realizada no dia 17/03 onde foi apresentado as dificuldades que o setor da construção vem enfrentando em todo o estado com os serviços, conforme descrito abaixo:

• Lentidão na análise e aprovação de projetos;
• Descumprimento dos prazos para a melhoria de rede;
• Indisponibilidade de materiais para a realização de melhoria de rede;
• Reembolso a preços inferiores aos pagos pelos materiais adquiridos pelo empreendedor, quando na compra destes para melhorias de rede;
• Descumprimento dos prazos de ligação definitiva de edificações prontas;
• Dificuldade no atendimento;
• Dificuldades no acesso as informações e orientações sobre o tramite de processos;
• Regionais com diretrizes (e cobranças) desiguais;
• Morosidade no agendamento de vistorias e liberação de instalações;

Contamos com o apoio da Celesc para juntos debatermos alternativas para avançarmos nas tratativas destes pontos e assim apoiar a indústria da construção de Santa Catarina.”

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