Moacir Pereira

Notícias, comentários e análises sobre política, economia, arte e cultura de Santa Catarina com o melhor comentarista politico de Santa Catarina. Fundador do Curso de Jornalismo da UFSC. Integrante da Academia Catarinense de Letras e do Instituto Histórico e Geográfico de Santa Catarina, é autor de 53 livros publicados.


Rodovias federais: os cortes e as pressões nas negociações

Documento será levado ao Fórum Parlamentar Catarinense para apelo ao presidente Bolsonaro

Durante a proveitosa reunião da Comissão de Transporte da Assembleia Legislativa uma unanimidade: Santa Catarina está sendo discriminada pelo governo federal nos cortes de 50% das verbas do orçamento da União para obras rodoviárias inadiáveis.
Todos os oradores, de secretários ao presidente da Fiesc Mário Cezar de Aguiar, aos parlamentares e outras lideranças, a facada federal é inaceitável. E há necessidade de ação fort4 do Fórum Parlamentar com a união de todas as forças do Estado para tentar reverter este cenário danoso.
O superintendente do DNIT, Ronaldo Carioni, revelou que no ano passado foram transferidos 302 milhões de reais somente para obras rodoviárias. Isto significa que os 136 milhões de reais que sobraram da facada federal, resultarão em paralisações e atrasos de consequências graves em estradas estratégicas para o desenvolvimento catarinense.
O secretário de Infraestrutura, Leodegar Tiscoski, quer condicionar a liberação dos 350 milhões de reais autorizados pela Assembleia Legislativa à efetiva liberação dos recursos federais. Disse que para cada 50 milhões de reais transferidos pelo DNIT, Santa Catarina entraria com a mesma quantia. Faz sentido!
A liberação dos 350 milhões de reais representa um péssimo negócio para os catarinenses. Há dezenas de estradas estaduais em situação precária e até caótica, como denunciou a deputada federal Norma Pereira, ao falar sobre o quadro no Planalto Norte. Há municípios carentes de recursos para obras rodoviárias.
O senador Esperidião Amin fez uma sugestão pertinente: jogar pesado com o governo federal. Dinheiro daqui só depois que vier o dinheiro de lá.
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