Francês morador de Florianópolis ensina a degustar os bons vinhos franceses

Ronan Kerret encanta ao levar a tradição e o sabor dos vinhos franceses a todo o Brasil

 

Coisas nossas

Divulgação/ND

Radicado em Florianópolis, Ronan Kerret abriu a Companhia do Vinho Francês

“Por que vou beber água se o nosso vinho é de excelente qualidade? Vinho tomado na medida certa é vida”, dizia a avó de Ronan Kerret que, desde os cinco anos, aprendeu a lidar com uvas e vinhos sob a supervisão do avô, nos vinhedos da família que têm centenas de anos, em Aubais, sul da França.

Ronan é enólogo. Conheceu o Brasil e se encantou com Florianópolis. “Esta cidade tem um pouco das cidades da Europa, possui características próprias que me encantaram e um povo muito acolhedor” diz. Ronan é mais um que escolheu a cidade para conhecer, namorou por um tempo e acabou casando.

Em suas inúmeras viagens para o Brasil, Ronan percebeu que o vinho francês não é tão consumido por aqui como os dos italianos. Foi pensando nisso que resolveu em 2009, ano da França no Brasil, testar o mercado por meio de cursos oferecidos em Florianópolis, Curitiba e Gramado. Sucesso total.

A Confraria do Vinho Francês (confrariadovinhofrances@gmail.com) é o nome da empresa que Ronan abriu no Brasil e, desde 2011, vem dando consultorias e cursos sobre vinhos. A empresa completou, sexta feira passada, cinco anos. Os cursos já atingiram mais de 5 mil alunos e Ronan, por demanda, realiza uma média de 10 cursos por mês.

A parceria com a Aliança Francesa leva Ronan a todo o Brasil ensinando a arte da degustaçõ dos bons vinhos franceses que, segundo ele, junto com os dos italianos, são considerados os melhores do mundo.
A Confraria dos Vinho Francês e Ronan Kerret são nossas coisas, são coisas nossas.

ND 10 anos
Salve os 10 anos do Notícias do Dia, o contraponto que virou ponto de encontro de opiniões divergentes que fortalecem o contraditório e afastam o monopólio. Ponto para a democracia.

Sensatez bem vinda
Em visita à Fiesc, o reitor eleito da UFSC, Luis Carlos Cancellier, afirmaou sua gestão será marcada pela integração com o setor empresarial e governo. Ele quer oferecer a prática para os alunos. Empreendedorismo e apoio às empresas de menor dimensão na mira. Prática será o tom no ensino, pesquisa e extensão.

Economia na Fiesc
O Conselho de Economia da Fiesc mostrou que é possível desenvolver localmente pela persistência de empreendedores que enfrentam a burocracia absurda. A francesa Elisabeth Schober, com seu Queijo com Sotaque, mostrou como e porque produz queijos de excelente qualidade e muito mais baratos que os franceses. O preço médio do quilo sai por R$ 80,00 e pode ser adquirido na feirinha da Lagoa aos sábados e em outros locais. O francês tem um preço médio de R$ 240,00 o quilo. Elisabeth recebeu convites para instalar laticínios semelhantes em Urubici, Anitápolis e Lages.

FHC e Lula
Sobre a nota “Olívio e Abílio”, da semana passada: “Não creio que de Lula e FHC possam sair as soluções. Ambos introduziram uma carga infernal de impostos sobre a classe média, empresas e consumidores. Creio que a luz virá com a junção de forças de líderes novos. Provavelmente, os trabalhadores terão que ceder um espaço a empresários. Lula e FHC criaram o que está aí. Teremos que fazer reformas. Menos Estado, benefícios, impostos, mais empreendedorismo, poupança individual e coletiva. Fora disto, é paciência, menos demagogia. A insistência no atual modelo pode nos jogar num ciclo de alta inflação com endividamento insustentável. Elio Holz.”

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