Metisa é um colosso em Timbó

Edvaldo Angelo conduz a Metalúrgica Timboense S/A com visão humanista e mão de aço

Coisas nossas

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Edvaldo comanda emprea com 1,1 mil trabalhadores e que exporta para 64 países

É falho o argumento de que cidades menores não têm luz própria. Em Santa Catarina há inúmeros exemplos. A Metisa tem 74 anos, 1,1 mil trabalhadores, exporta 32% dos produtos para 64 países e 68% vão para o mercado interno abastecer 2400 clientes. Mesmo com a crise, a Metisa avança. Um orgulho para uma cidade de 40 mil habitantes e para um país com mais de 200 milhões de pessoas.

Edvaldo Angelo é filho de colono, formou-se em engenharia mecânica e, em 1972, ingressou na empresa fundada pelo imigrante alemão Richard Paul Jr. A filosofia da Metisa é fixar o homem ao solo. “Nosso colaborador é colono, cria sua vaquinha, a galinha e tem seu roçado. É assim, respeitando seu habitat que conseguimos a identificação com os planos de expansão empresarial”, ressalta Edvaldo, presidente da empresa que tem um sócio, Flávio Snell, no Rio de Janeiro.

Edvaldo é empresário com muitas horas de voo, negociações e dedicação à empresa. Sem esquecer que o princípio básico de tudo é a família. Por isso, faz questão de receber, anualmente, 240 aposentados da Metisa. “É um tremendo congraçamento. Um dia dedicado a quem já deu seu suor para o bem da empresa que movimenta 54 carretas de aço por dia e produz peças para máquinas agrícolas, tratores, para corte de granito e mármore e outras demandas” afirma.

Os impostos, que representam 40% do custo dos produtos, a burocracia infernal e a infraestrutura precária reduzem a competitividade da Metisa que poderia vender muito mais e empregar mais gente. Vale pensar: para que tanto Estado?

A Metisa e Edvaldo Angelo são nossas coisas, são coisas nossas.

Sir Winston Churchill

O estadista britânico foi autor de frases antológicas, inteligentes e contundentes. “Pode-se enganar alguém durante algum tempo, muita gente, durante muito tempo. Mas, não se pode enganar a todos todo o tempo”. Cai como luva para o Brasil atual, não?

Quase impagável

A dívida dos populistas para com a população brasileira é quase impagável. Churchill disse certa vez: “Nunca tantos deveram tanto a tão poucos”. Hoje, talvez dissesse para o caso Brasil: Nunca tão poucos deveram tanto a tantos. Os números indicam que há perto de 10 milhões de brasileiros sem emprego. É a face mais perversa e perigosa da crise.

Pagamento da dívida

Espero que os brasileiros estejam longe de ter que pagar a dívida herdada dos populistas com sangue, suor e lágrimas, como também disse Churchill no auge da segunda grande guerra. Suor e lágrimas, hoje, fazem parte das famílias brasileiras. A situação é difícil para quem tem formação educacional, experiência e competência técnica. Muito pior para os trabalhadores sem qualificação. O perigo de convulsão social existe.

De Glauco para Glauco

Simplicidade, lucidez e sabedoria. Quem escutou o discurso de Glauco Olinger, 93, homenageado pela Fiesc, desfrutou de um momento de rara emoção. Humanista, brilhante, Glauco Olinger revelou que espera um dia ver Glauco Côrte dirigindo todos os brasileiros.

Burocracia

Leitura obrigatória o encarte do ND de sexta feira passada, Entraves Ambientais, apresentado na Fiesc por MarceIlo Corrêa Petrelli, presidente executivo do Grupo RIC SC.  Corrobora o que o fundador da empresa, MárioJosé Gonzaga Petrelli, destacou. Desde os tempos de Hélio Beltrão que tentamos oxigenar a burocracia sem sucesso. Quem perde é a população que sofre sem emprego e renda.

Equilíbrio necessário

Fundamental perceber que progresso e meio ambiente não são mutuamente exclusivos. Necessário considerar a prevalência da Lei Federal como ressalta a procuradora da República Ana Lúcia Hartmann. Forma de se evitar prejuízos. Passando da hora de se formar um grupo que busque o equilíbrio necessário entre meio ambiente e progresso. Para o bem do Brasil.

Pacote

Já vimos esse filme e deu no que deu. Pobre Brasil, comandado por amadores despreparados e mal intencionados. A indústria agoniza, o comércio estrebucha e o povo desempregado, indefeso, sente-se impotente para garantir o pão de cada dia. Tem que trabalhar a causa que é fiscal. Trabalhar no efeito é aumentar o mal lá na frente.

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