Muita Reclamação e Pouca Ação

Quantas vezes nessa semana alguém veio falar com você para reclamar de algo? Pare e puxe pela memória… Uma, duas, dez vezes?

Divulgação / ND Online

Gerson Raul Persike

Pois é, creio que nem é preciso se esforçar muito para lembrar, pois, parece que a humanidade está sofrendo um surto de reclamite, se é que isso existe.

O pior é que, na maioria das vezes, as reclamações são sem sentido, de pequena importância ou em relação a algo que não está ao nosso alcance modificar. E, nesse caso, ocorre a reclamação apenas pela reclamação, como se o reclamante quisesse somente por para fora a sua indignação a algo ou alguém e escolheu, justamente, os seus pobres ouvidos para despejar essa carga negativa.

Bem, se você tem por função escutar, então é isso mesmo. Os psicólogos, psiquiatras, terapeutas e líderes em geral precisam ouvir as pessoas para poderem auxiliá-las. Ao final do processo, essas pessoas descobrem que a solução estava nelas mesmas e que a conversa serviu mais para direcionar o melhor caminho à resolução do problema. Mas, esses são casos específicos. O problema é quando você está cuidando tranquilamente da sua vida, de seus afazeres profissionais e pessoais e, de repente, tal qual uma ventania de mau agouro, chega o ser reclamão e dispara sua metralhadora de problemas. Quer alguns exemplos? Lá vai:

– Não aguento mais o meu marido (ou esposa)!

– Essas crianças me deixam louco!

– Como vou viver com esse salário miserável?

– E o meu chefe, então? Aquele carrasco!

– Esse Governo corrupto; esses políticos são uns safados mesmo!

– Ninguém me ama!

Bem, numa explosão de sinceridade você poderia responder da seguinte forma:

Pergunte se o seu marido (ou esposa) também não lhe aguenta mais, converse, dialogue e tente ser um marido ou esposa melhor. Eduque os seus filhos e eles não o deixarão louco, ao contrário, lhe trarão orgulho. Se não está contente com o seu salário, estude e cresça profissionalmente; nesse caso, irá ganhar mais; ou então, trabalhe mais e melhor para ser notado positivamente e ganhar um aumento de salário ou promoção. Se nada disso adiantou, peça a conta e busque um trabalho melhor, afinal, ninguém lhe prende à Empresa. Quanto ao seu chefe, verifique antes se você está fazendo o que é de sua obrigação, se está sendo um bom profissional; também tente ser mais comunicativo e entender os motivos que o levam a ter determinadas posturas. No que se refere ao Governo e aos políticos, é simples: Vote certo! Afinal, os que nos governam não roubaram o seu voto; lembre-se que você votou neles porque quis. E, por último, se ninguém lhe ama é porque você é um coitado mesmo, porque para que alguém nos ame, antes, é necessário que possamos nos amar e não ficar reclamando por mais amor, atenção, afeto. Quando nos valorizamos, as pessoas passam a nos valorizar e, se não o fazem, então elas é que não merecem o nosso amor. Parta para outra, busque um novo caminho, mas, não fique choramingando e nem vestindo a carapuça do coitadinho.

Resumindo: Menos reclamação e mais ação!

Puxa! Creio que por hoje, chega!

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Uma semana de sucesso é o que vamos e merecemos ter.

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Gerson Raul Persike é um especialista em atendimento, vendas, telesserviços e preparação de lideranças empresariais. Filósofo e formado no Programa de Desenvolvimento de Dirigentes da Fundação Dom Cabral, aplica assessorias nas áreas de gestão de talentos, capacitação de lideranças e formação de equipes motivadas e produtivas. Empresário, é diretor da empresa “Comunicação & Mercado – Treinamentos Empresariais”, escritor, colunista, consultor e palestrante internacional. Efetua, também, cursos, treinamentos, palestras motivacionais, gestão e planejamentos comerciais e de atendimento para Organizações de sucesso no Brasil e exterior.