Passeio Pedra Branca, em Palhoça, completa dois anos de sucesso

A ideia de shopping a céu aberto caiu no gosto dos frequentadores que desfrutam de um ambiente seguro que remete ao convívio familiar.

Passeio Pedra Branca, coisas nossas

Imponderável, surpreendente, inquestionável. Passear entre as 35 lojas do shopping a céu aberto, encantar-se com a tranquilidade tão ausente nos tempos atuais, com o ir e vir despreocupado, acalentado, reunir a família e se entregar ao dolce far niente entre as várias opções gastronômicas, sem deixar de conhecer as novidades fora do circuito do bom garfo e da boa mesa.

Mariana Boro/Divulgação/ND

Marcelo Gomes, jovem empreendedor, fala sobre a potencialização da qualidade de vida

Assim é o Passeio Pedra Branca, o grande charme da Palhoça, que possibilita a quem vai lá uma volta aos bons tempos, uma interação familiar em que a amizade desponta como grande valor.

O Passeio Pedra Branca completou dois anos, e Marcelo Gomes, jovem empreendedor, explica que o propósito é esse mesmo, potencializar a qualidade de vida pelo convívio salutar das pessoas. Para temperar o congraçamento entre as famílias, eventos com shows, encontros culturais, onde a arte, nas suas mais diferentes expressões, encanta e surpreende.  

Perto de 100 mil pessoas passam por lá, mensalmente. Gente que se encanta com o projeto muito bem elaborado pelo arquiteto urbanista dinamarquês Jan Gehl, conhecido no mundo pelo traço humanista de suas obras.

Para comemorar o aniversário de dois anos, o mês de novembro será recheado de atrações culminando, no dia 28, com a apresentação da Cia da Cidade que se baseia no Circ Du Soleil. Inclusive, a Companhia tem alguns integrantes que participam do grupo estrangeiro.

Marcelo credita o sucesso do Passeio Pedra Branca ao conceito de mudança. Em lugar de se fechar, de se enjaular, reviver a liberdade da vida ao ar livre, ao lado de quem se gosta. O Passeio Pedra Branca e Marcelo Gomes são nossas coisas, são coisas nossas.

 IEA

O Instituto de Estudos Avançados, aqui de Florianópolis, faturou pela segunda vez o prêmio de melhor empresa para se estagiar no Brasil. O prêmio foi concedido pela Confederação Nacional da Indústria. Em agosto, o IEA recebeu das mãos do Senhor Educação, Glauco Côrte, presidente da Fiesc, o prêmio de primeiro lugar como Empresa Destaque de Santa Catarina. O IEA, com  20 anos de boas práticas na área educacional,  foca no futuro.

Planejar o Futuro

Em vinte anos a população brasileira começa a diminuir. Nascem cada vez menos brasileiros e a expectativa de vida aumenta. No Censo de 2000 foram catalogadas 170 milhões de pessoas. Hoje, somos 204 milhões. Em 2035 seremos 214 milhões e o crescimento populacional deverá ser sustentado pelas famílias mais pobres que se reproduzem em taxas maiores que o extrato mais rico de nossa população. É científico, como mostram os demógrafos.

Desdobramentos

Preparar para o futuro é perceber pontos vulneráveis que existem hoje e que, se não forem adequadamente tratados, vão impactar, negativamente, a vida da sociedade brasileira. Com a população encolhendo e com as pessoas vivendo mais e melhor quem é que vai bancar os aposentados? A previdência hoje é a grande dor de cabeça de estados e da União. Pode apostar, as regras vão mudar e a previdência privada tende a ganhar mercado.

Educação

Com menos gente nascendo, principalmente no extrato mais rico, são os nascidos das famílias pobres que irão preencher as vagas de trabalho no futuro. Mas, se não houver educação pública de qualidade para todos e tendo em vista que os empregos do futuro serão preenchidos mais pela força intelectual do que pelo esforço braçal, vai faltar gente para fazer o progresso do país.

PMDB

O documento Uma Ponte para o Futuro é coerente, embora impopular. Prega o cumprimento, pelo governo, do orçamento aprovado pelo Congresso, o fim das despesas constitucionais obrigatórias com saúde e educação, o rompimento de todas as indexações, inclusive para salários e previdência, idade mínima de aposentadoria pelo INSS não inferior a 65 anos para homens e 60 para as mulheres, requer simplificar e reduzir o número de impostos e sugere que o Brasil, na política externa, deve ser rabo de baleia em lugar de cabeça de sardinha por meio de negociação de acordos comerciais com Estados Unidos, Europa e Ásia, com ou sem a participação do Mercosul.

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