Sociedade Intolerante

Meus amigos e amigas que sempre me brindam com sua leitura semanal, digam com sinceridade:

Divulgação / ND Online

Gerson Raul Persike

Quanto tempo vocês demoram a buzinar para o carro que ficou parado à sua frente no sinal de trânsito?

Qual a sua reação com um colega de trabalho que lhe solicita uma informação profissional?

O que você responde para sua esposa, marido ou filhos quando estes lhe pedem mais atenção?

Se as respostas forem: 03 segundos, vá se virar sozinho e deixem-me em paz, então, preocupe-se! Nesse caso, você já está trilhando o caminho da intolerância.

O que proponho nestas poucas linhas, é um pequeno exercício de reflexão e de autoanálise; será que estou com pouca paciência, muito estressado, perdendo a sensibilidade e, por consequência, ficando intolerante?

Puxa! Isso não é bom, não é mesmo? Não faz bem para você, nem para sua imagem pessoal ou profissional e, muito menos, para as pessoas ao seu redor, sejam estes seus amigos, colegas de trabalho ou familiares.

Pense em você, mas, também, olhe ao seu redor; como está o seu vizinho, o seu superior hierárquico, os seus amigos e pessoas da família? Estão todos tranquilos, pacientes e colaborativos? Ou estão tão ou mais intolerantes que você?

Percebam que a intolerância pode ser momentânea, fruto de estresse pontual ou, muitas vezes, crônica. Nesse caso, o indivíduo já se acostumou a não dar tempo para as pessoas, não aceita os mínimos deslizes, não suporta ver algo ser feito da forma que ele julga ser errada, mas, que nem sempre é.

Eis aí um intolerante crônico!

Só um detalhe: Não devemos ser tolerantes com a corrupção, com o desleixo, com a falta de comprometimento, com o não cumprimento frequente de metas, com a mentira e falta de ética, o que é óbvio! Mas, não é esse o ponto. O fato é que, numa visão mais ampla, estamos sendo intolerantes com as pequenas coisas, com as pessoas que muitas vezes não merecem esta reação e com situações que, a princípio, nem deveriam ter nossa atenção. Aí, implicamos com bobagens que, ao final, só nos trazem dissabores, aumento de ansiedade e mal estar emocional.

Daí, pergunto: Vale à pena? Você teve algum benefício com isso ou só irritou alguém e se estressou desnecessariamente?

Mas, uma coisa é falarmos de mim ou de você e outra coisa, bem mais ampla e perigosa, é avaliarmos a sociedade como um todo. Percebam e respondam como vocês estão enxergando, hoje, a sociedade. Não parece que estamos impacientes, nervosos, intolerantes? Volto a lembrar: Existem coisas que não devem ter brechas de tolerância, mas, refiro-me às pequenas situações do dia a dia.

Então, vamos refletir sobre isso e agir para que possamos ter atitudes e comportamentos mais serenos, de forma mais equilibrada e sadia. Eu, você e toda a sociedade só teremos a ganhar com isso.

Qual a sua opinião a respeito?

 

Uma semana de sucesso é o que vamos e merecemos ter.

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Gerson Raul Persike é um especialista em atendimento, vendas, telesserviços e preparação de lideranças empresariais. Filósofo e formado no Programa de Desenvolvimento de Dirigentes da Fundação Dom Cabral, aplica assessorias nas áreas de gestão de talentos, capacitação de lideranças e formação de equipes motivadas e produtivas. Empresário, é diretor da empresa “Comunicação & Mercado – Treinamentos Empresariais”, escritor, colunista, consultor e palestrante internacional. Efetua, também, cursos, treinamentos, palestras motivacionais, gestão e planejamentos comerciais e de atendimento para Organizações de sucesso no Brasil e exterior.

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