Após autorização, veja como fica a volta às aulas na Grande Florianópolis

Governo do Estado autorizou que escolas em regiões com nível grave para Covid-19 reabram a partir desta segunda-feira (23); municípios avaliam retorno

Mesmo com a autorização do Governo do Estado, a volta às aulas presenciais nos principais municípios da Grande Florianópolis segue indefinida.

Estado autorizou retorno das atividades nas escolas da rede municipal e particular  – Foto: Flávio Tin/Arquivo/NDEstado autorizou retorno das atividades nas escolas da rede municipal e particular  – Foto: Flávio Tin/Arquivo/ND

Duas portarias publicadas no sábado (21) autorizam a retomada das atividades presenciais na educação básica e profissional das escolas privadas e das redes públicas municipais nas regiões de nível grave (laranja), alto (cor amarela) e moderado (cor azul).

A região da Grande Florianópolis se encontra no nível grave, de acordo com a última atualização do mapa de risco.

Na tarde desta segunda-feira (23), a prefeitura de São José informou que a retomada das aulas presenciais, tanto na rede pública como privada, depende de um novo decreto emitido pelo município.

Além disso, a questão ainda está em análise pelo Grupo de Enfrentamento da Pandemia. Já no município de Biguaçu, as aulas continuam suspensas, de acordo com a prefeitura.

A prefeitura de Palhoça informou que as aulas presenciais não irão retornar nas escolas da rede municipal. A Secretaria Municipal de Educação e representantes de escolas particulares irão se reunir às 16h desta segunda-feira para definir as orientações de retorno.

Ainda segundo a prefeitura, os planos de contingência das escolas particulares serão avaliados em até 24 horas pelo Comitê Municipal de Gerenciamento da Pandemia de Covid-19.

Em Florianópolis, segundo a Secretaria Municipal de Educação, 109 unidades estão homologadas. Destas, 86 são da rede particular e 23 públicas (20 da rede estadual e três da rede municipal).

Condições para a retomada

A autorização de retomada não se aplica às escolas da rede pública estadual já que uma decisão judicial determinou a suspensão do retorno das aulas presenciais nas escolas da rede estadual localizadas nas áreas de risco potencial grave.

Já para as redes municipais e particulares, que estão liberadas, o retorno deve respeitar todos os regramentos sanitários, incluindo as diretrizes previstas no PlanCon (Plano de Contingência Estadual para Educação), criadas com objetivo de garantir a retomada segura das atividades escolares.

A portaria manteve a obrigatoriedade do escalonamento no retorno das atividades presenciais. Os responsáveis legais do estudante podem optar pela continuidade no regime de atividades não presenciais.

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