Como ficam as aulas em Joinville após novo decreto

Confira os detalhes do decreto com relação à educação, ao comércio e outros serviços

Apesar da eminência do colapso nas redes pública e privada de saúde em Joinville, a cidade manteve as aulas presenciais.

Em novo decreto, que estabeleceu toque de recolher das 22h às 6h a partir desta quarta-feira (10), o prefeito Adriano Silva determinou manutenção das aulas da grade curricular regular no ensino público e privado de forma híbrida, desde que a capacidade das salas de aula e dos espaços disponíveis respeite o distanciamento físico mínimo de 1,50 metro (um metro e meio) entre os estudantes.

Isto quer dizer que, se a sala de aula tiver capacidade de manter 100% dos alunos, todos da turma poderão continuar tendo aulas presenciais.

Máscara e álcool em gel são itens obrigatórios na sala de aula – Foto: Jonathan Rocha/NDTVMáscara e álcool em gel são itens obrigatórios na sala de aula – Foto: Jonathan Rocha/NDTV

O prefeito já havia tranquilizado a população e garantido que as aulas não seriam interrompidas e o planejamento não seria alterado. “Não existe a necessidade de proibir as aulas porque o problema não está na educação”, disse.

Entre os argumentos, estão o baixo número de casos nesta faixa etária e a ocupação dos leitos de UTI no Hospital Infantil Dr. Jeser Amarante Faria. Na última atualização, são sete leitos entre neonatal e pediátrico, destes, apenas um está ocupado.

As mesmas regras do decreto se aplicam aos cursos técnicos, tecnólogos e de nível superior, bem como para a educação de adultos e congêneres.
Já os cursos denominados “cursos livres” somente poderão ser ministrados de forma virtual.

A única mudança, de fato, que se aplica à educação de Joinville é com relação às aulas que extrapolam o horário do toque de recolher. Neste caso, elas não poderão acontecer.

Confira abaixo o decreto na íntegra

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