PM monitora situação da UFSC após bloqueios de ruas durante a manhã

Estudantes bloquearam os portões que dão acesso à universidade na manhã desta quinta-feira (3)

Estudantes da UFSC (Universidade Federal de Santa Catarina) bloquearam os portões que dão acesso à universidade na manhã desta quinta-feira (3). A Polícia Militar foi acionada e monitora a situação desde o início da manhã.

De acordo com o coronel João Mario Martins, comandante da 1ª Região da Polícia Militar, a ação da polícia serviu para mediar os conflitos. As interrupções dos acessos foi uma forma de garantir que a definição da greve geral de 48 horas convocada pelo Sindicato Nacional dos Docentes das Instituições de Ensino Superior seja realizada.

Entrada pela rua Lauro Linhares foi bloqueada no início da manhã – Foto: RICTV | Record TV/ReproduçãoEntrada pela rua Lauro Linhares foi bloqueada no início da manhã – Foto: RICTV | Record TV/Reprodução

Martins reitera que foi garantido o direito de manifestação dos estudantes e dos professores, mas também os direitos das demais pessoas que circulam pela região e precisam acessar o campus e o Hospital Universitário.

Por alguns minutos, manifestantes bloquearam a rua Lauro Linhares, no bairro Trindade. A ação levou a uma negociação com a polícia para que a via fosse liberada e o protesto não prejudicasse o trânsito.

De acordo com a polícia, o bloqueio durou por cerca de cinco minutos, e terminou por volta das 9h30. “Fomos prontamente atendidos pelos manifestantes, que entenderam que temos o hospital, e algumas pessoas precisavam acessar a universidade”, explica Martins.

Ainda segundo o coronel, além do bloqueio na rua Lauro Linhares, os acessos pelo bairro Pantanal e pela Carvoeira também foram fechados.

Um novo protesto está previsto para o período da tarde. Segundo Martins as manifestações devem se concentrar nas proximidades da Catedral Metropolitana, por volta das 16h. “Vamos dar todo o apoio para que as manifestações transcorram dentro da normalidade, causando o menor prejuízo possível para a cidade”, afirma o coronel.

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BG Florianópolis

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