Suspeita de plágio em dissertação do novo titular do MEC será apurada pela FGV

Carlos Decotelli, que assumiu comando do ministério na quinta-feira (25), cursou mestrado em administração na universidade

A FGV (Fundação Getúlio Vargas) anunciou neste sábado (27) que irá apurar a suspeita de que o novo ministro da Educação, Carlos Decotelli, tenha cometido plágio em trabalho de dissertação para a conclusão do curso de mestrado em administração na instituição.

Carlos Decotelli, ministro da Educação – Foto: Marcos Corrêa/PR/Divulgação/ND

“A Fundação Getúlio Vargas vai apurar os fatos referentes à denúncia de plágio na dissertação do ministro Carlos Alberto Decotelli. A FGV está localizando o professor orientador da dissertação para que ele possa prestar informações acerca do assunto”, diz em nota.

Decotelli assumiu o comando do Ministério da Educação na última quinta-feira (25). Ao anunciar o novo ministro, o presidente Jair Bolsonaro (sem partido) afirmou que ele é bacharel em ciências econômicas pela UERJ, mestre pela FGV, doutor pela Universidade de Rosário e pós-doutor pela Universidade de Wuppertal.

O ministro apresenta, em seu currículo, o título, obtido em 2008, de mestrado profissional em administração pela FGV, com a dissertação ‘Banrisul do Proes ao IPO com governança corporativa’.

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No entanto, há a suspeita de trechos idênticos aos de um relatório da Comissão de Valores Mobiliários, ligado ao Ministério da Economia. Por tal razão, a FGV irá abrir sindicância para apurar os fatos expostos.

Procurado, o MEC ainda não se posicionou. O espaço está aberto para manifestação.

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