‘Grande Sertão: Veredas’ deixa Nova Fronteira e será publicado na Companhia das Letras

SÃO PAULO, SP (FOLHAPRESS) – “Grande Sertão: Veredas”, a obra mais importante de Guimarães Rosa, deixa a editora Nova Fronteira e será publicada pela Companhia das Letras, conforme anúncio nesta quinta (19) da editora paulista.

A informação foi divulgada no site da editora. De acordo com a nota, a previsão é de que a obra -original de 1956 e considerada uma dos mais importantes da literatura brasileira e lusófona, seja publicada em fevereiro de 2019 com novo projeto gráfico, acompanhado por análises que jogam luz sobre a relevância do livro com uma cronologia ilustrada do autor. 

Ainda segundo a nota, a ideia é que o romance ganhe versão em áudio e adaptação para graphic novel, bem como uma edição especial. Além disso, será realizada uma divulgação educacional, com a intenção de apresentar aos jovens leitores uma das obras mais celebradas da língua portuguesa.

No livro, que o escritor mineiro qualificava como “autobiografia irracional”, dispõe da riqueza e da ousadia da língua para se aprofundar numa reflexão singular sobre a alma humana, atribuindo ao sertão sua dimensão universal.

“Grande Sertão: Veredas”, a obra mais importante de Guimarães Rosa – Reprodução/ND

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SÃO PAULO, SP (FOLHAPRESS) – “Grande Sertão: Veredas”, a obra mais importante de Guimarães Rosa, deixa a editora Nova Fronteira e será publicada pela Companhia das Letras, conforme anúncio nesta quinta (19) da editora paulista.

A informação foi divulgada no site da editora. De acordo com a nota, a previsão é de que a obra -original de 1956 e considerada uma dos mais importantes da literatura brasileira e lusófona- seja publicada em fevereiro de 2019 com novo projeto gráfico, acompanhado por análises que jogam luz sobre a relevância do livro com uma cronologia ilustrada do autor. 

Ainda segundo a nota, a ideia é que o romance ganhe versão em áudio e adaptação para graphic novel, bem como uma edição especial. Além disso, será realizada uma divulgação educacional, com a intenção de apresentar aos jovens leitores uma das obras mais celebradas da língua portuguesa.

No livro, que o escritor mineiro qualificava como “autobiografia irracional”, dispõe da riqueza e da ousadia da língua para se aprofundar numa reflexão singular sobre a alma humana, atribuindo ao sertão sua dimensão universal.

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