Conteúdo por Gazeta Esportiva

Argentina tem apenas seis remanescentes da derrota nas Eliminatórias

A Argentina passa por um período de renovação. Após uma campanha repleta de problemas no Mundial da Rússia e trocas seguidas no comando técnico, Lionel Scaloni foi o escolhido para dirigir a equipe na Copa América e tem promovido uma série de alterações buscando ‘reciclar’ o elenco, tanto que é apenas seis nomes da convocação para o torneio continental estiveram no último confronto oficial diante do Brasil, em 2016, pelas Eliminatórias.

No ciclo entre a Copa do Mundo do Brasil, em 2014, e a da Rússia, no ano de 2018, a Argentina contou com quatro treinadores: Alejandro Sabella, Gerardo “Tata” Martino, Edgardo Bauza e, por último, Jorge Sampaoli. Sem conseguir bons resultados, a AFA decidiu apostar em um homem de sua confiança para melhorar o rendimento da seleção: Lionel Scaloni.

Auxiliar fixo da entidade que comanda o futebol argentino, Scaloni optou por dar preferência a jovens, como Lautaro Martínez, de Paul, Pezzella, Foyth e Lo Celso, e deixar de lado nomes mais experientes, entre eles Higuaín, Biglia e Banega, sem contar a aposentadoria de Mascherano.

Diante de uma renovação e das quatro trocas de técnicos, apenas seis jogadores chamados pela Albiceleste para a Copa América estiveram no último confronto oficial contra o Brasil, em novembro de 2016, pelas Eliminatórias do Mundial da Rússia. São eles: Otamendi, Funes Mori, Aguero, Messi, Di María e Guido Pizarro.

Com uma série de jogadores que buscam afirmação na seleção, a Argentina enfrenta o Brasil, nesta terça-feira, às 21h30 (de Brasília), justamente no Mineirão, em Belo Horizonte, buscando emplacar a terceira final de Copa América e encerrar um jejum de 26 anos sem títulos.

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