Avaí aposta na “melhor partida do ano” para conquistar a primeira vitória na Série A

Avaí busca empate diante do Vasco no RJ – Rafael Ribeiro/Vasco.com.br

A tão esperada primeira vitória na Série A ainda não veio. Depois do empate em 1 a 1 com o Vasco da Gama, no Rio de Janeiro (RJ), o Avaí soma três empates e duas derrotas nesse pontapé de brasileirão. Já são oito jogos desde a última vitória que foi contabilizada ainda na primeira fase do Catarinense 2019. Apesar de tudo isso, o sentimento azurra que desembarcou em Florianópolis é bem mais prospecto que o que saiu da capital catarinense, alguns dias antes. O Avaí ocupa a 17ª posição da competição com três pontos, um a menos que a Chapecoense, o primeiro time fora da zona do rebaixamento.

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O cenário Azurra ainda não é o ideal, evidente, afinal o time está no Z4 e, cinco rodadas após o início da competição, ainda não venceu. Mas há uma evolução no time e isso ficou latente no desempenho do time de Geninho, em São Januário, onde fez sua melhor partida na competição. O comandante do Leão foi além, classificou o jogo da noite de domingo como “o melhor do ano”.

“Tem os dois sentimentos, mas mais a comemorar. Jogamos contra uma equipe grande e camisa pesada. Fiquei satisfeito como minha equipe se comportou, principalmente no primeiro tempo, que foi quase perfeito”, elogiou.

Os números (crescentes) avalizam esse entendimento de Geninho já que o time que atuou em São Januário foi o mais incisivo de todas as versões azurras que se apresentaram, até aqui, na competição. Segundo números levantados pela reportagem do ND, o Leão da Ilha finalizou 13 vezes contra o gol do goleiro Sidão sendo que nove foram no alvo. O número é superior ao duelo contra o CSA quando esse mesmo time chutou sete vezes contra a meta alagoana, mas não exigiu o goleiro Jordi. Contra o Atlético (MG), na estreia, foram seis chutes sendo três na direção correta. Diante do Grêmio, estreia em casa, foram dez tentativas e apenas três no gol.

Para Geninho a vitória não veio, um pouco pelo desperdício final e mais pelo erro da arbitragem onde ele descreveu a partir de um “escanteio fantasma”.

“No momento do lance eu me excedi, pois não houve escanteio. Depois do jogo fui perguntar sobre o VAR. Ele [Ricardo Marques Ribeiro] explicou que não pode interferir em lance de escanteio, a não ser que saia o gol. Nem precisava do VAR, pois todos viram que não teve o toque”, apontou.

Geninho e companhia voltam aos trabalhos nesta terça-feira, de olho na próxima rodada onde recebem o Ceará, na segunda, 20h. Betão, com o terceiro cartão amarelo, é desfalque certo. A grande expectativa está no retorno de Douglas ao meio-campo da equipe.

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