Conteúdo por Gazeta Esportiva

Barbudos do futebol: raspar a barba é uma prevenção ao coronavírus

Em tempos de prevenção a Covid-19, uma medida que pode ajudar na higiene e prevenção é raspar a barba. Essa atitude se deve ao fato de que pelos faciais podem reter gotículas do novo coronavírus. Além disso, por conta da vedação, os barbudos acabam tendo problemas com o uso das máscaras.

Diante disso, alguns jogadores de vôlei como William, Lucão, Bruninho e até mesmo Wallace, conhecido por uma grande barba, já pegaram a gilete e deixaram o rosto lisinho. Mas entre muitos atletas de futebol essa prevenção não pegou.

Juanfran, lateral do São Paulo, é um dos barbudos do futebol brasileiro (Foto: Divulgação/Instagram)

No passado, alguns atletas se notabilizaram pelo uso da barba, como o lendário ídolo gremista Hugo de Leon, o líder da democracia corintiana Dr. Sócrates e também o polêmico Afonsinho, primeiro jogador a conseguir passe livre no Brasil, em março de 1971.

Na Copa do Mundo de 1994, chamou a atenção também o estilo do zagueiro americano Alex Lalas, dono de uma vasta e imponente barba ruiva. Hoje em dia, alguns boleiros também se orgulham do rústico visual.

Meio-campista do Avaí, Douglas é um dos que ostenta os pelos faciais. Inclusive, em 2017, quando atuava pelo Grêmio, ele foi garoto propaganda de uma marca de cuidados com o cabelo e a barba.

Artilheiro do último Brasileirão, Gabigol também fez recentemente o uso da barba como marca registrada, chegando até a descolorir a mesma, chamando ainda mais atenção.

Entre os goleiros, a tendência do uso da barba é ainda mais forte. Alisson, do Liverpool e da seleção brasileira é um adepto do visual, o mesmo acontece com Walter (Corinthians), Muralha (Coritiba), Danilo Fernandes (Internacional), Fernando Miguel (Vasco) e Jandrei (Athletico-PR).

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