Bia Maia curte dias de ‘fama’ e faz balanço do Rio: ‘Acima da expectativa’

Tenista número dois do Brasil diz que terá de ser agressiva para surpreender Sara Errani, se mostra surpresa com gritos por seu nome e se diverte ao tirar selfies com torcedores

Divulgação

Com apenas 18 anos, Bia Maia vive dias de fama no Rio de Janeiro. O ápice foi nesta quinta-feira, após triunfo no torneio de simples e de duplas (ao lado de Teliana Pereira) pelo Aberto do Rio. Gritos de seu nome por desconhecidos da arquibancada não eram uma situação tão comum. Mas agora, a paulista, que vai enfrentar a italiana Sara Errani (16ª) por vaga na semi, já sabe um pouco sobre 

– No primeiro jogo até estranhei com as pessoas falando ‘Bia, tira foto’, fazendo selfie. Minhas primas têm brincado que sou famosa. Se quero ser top, tenho que lidar com isso, dar autógrafo. Vejo o Nadal, caras em outras áreas, ídolos que eu gostaria de ter. É prazeroso fazer esse papel de ser uma referência para muitas crianças – disse Bia, atual 234 do mundo, mas que deve

Os resultados de Bia na chave de simples têm sido tão acima da expectativa que ela sequer encarou uma parcial mais apertada do que 6-2. Na estreia, venceu a argentina Maria Irigoyen por fáceis 6-1 e 6-1. Na quinta, passou pela eslovena Polona Hercog por 6-1 e 6-2.

– Não esperava 6-1 e 6-2. Foram placares muito acima da minha expectativa. Se as coisas estão fluindo, show. Mas sei que terei de ser agressiva contra a Errani, ela joga mais atrás, não é tão agressiva. Tenho que buscar a rede e sacar como venho sacando. Antes eu tinha aflição com o sol, o calor, medo de ter caimbra. E hoje estou confiante para jogar quando o placar está 6-6.

Teliana, que perdeu na estreia de simples para Sara Errani, deu seu conselho para a parceira, que espera aprontar nesta sexta. No Rio, as duas jogam juntas pela primeira vez. E já se garantiram na semi do torneio ao baterem Nicole Melichar e Elena Bogdan por 2 a 0 (7-5 e 6-0) e encaram Ysaline Bonaventure e Rebecca Peterson nesta sexta.

– Ela precisa ser mais agressiva do que eu fui. Errani é muito sólida, ao mesmo tempo que não tem uma bola que incomoda tanto. O saque dela é chatinho, senti dificuldade, você não sabe se fica dentro ou se fica mais longe. Tem que colocar pressão, que assim vai. 

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